Por que a Frente de Evangélicos decidiu apoiar Lula em 2026
Mais uma vez, a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito ocupa os noticiários por sua posição em defesa da democracia.
Desta vez, pela carta aprovada em nosso encontro nacional, realizado no último fim de semana, no Rio de Janeiro.
Por decisão unânime, declaramos apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A carta é resultado da própria história da Frente.
Expressa uma posição construída ao longo de dez anos de caminhada, mobilização e resistência, sempre orientada pela defesa da democracia, dos direitos e da soberania nacional.
A Frente surgiu em 2016, durante o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Enquanto alguns púlpitos eram usados para legitimar um grave retrocesso democrático, nós nos levantamos para dizer: não em nosso nome.
Ninguém estava autorizado a falar em nome de todos os evangélicos.
Desde então, participamos de mobilizações, realizamos pesquisas e articulamos pessoas evangélicas em diferentes regiões do país.
Criamos também o “Papo de Crente”, projeto de rádio e internet que fala sobre direitos e políticas públicas na linguagem da nossa fé, e produzimos revistas de estudos bíblicos distribuídas gratuitamente pelo Brasil.
Estamos nas redes, nas igrejas, nas ruas e nos espaços institucionais para lembrar que a fé cristã não pertence a um único campo ideológico e que o povo evangélico não é uma massa uniforme.
Às vezes, somos chamados de “evangélicos progressistas”.
Alguns de nós se reconhecem nessa expressão; outros, não.
A Frente, porém, nunca exigiu esse adjetivo como condição de pertencimento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.