Pegadas e ossos: vestígios de animal selvagem no DF intrigam moradores
Fezes com vestígios de pelos, pegadas no chão e dejetos contendo fragmentos que aparentam ser de ossos.
Esses foram algumas das possíveis pistas localizadas por Ana Lídia Gonçalves, 42 anos, brasiliense que perdeu quatro cães nas últimas semanas na casa onde mora, no Núcleo Rural Pipiripau II, em Planaltina (DF).
Ana Lídia e a família suspeitam que um animal silvestre esteja rondando a região e atacando bichos de menor porte.
O primeiro ataque aos cães de Ana Lídia teria acontecido no dia 3 de agosto, quando a cadela Lelê desapareceu de casa.
Dois dias depois, o Garoto, um dogue alemão , também subiu da residência da família.
“Eu escutei ele [Garoto] latindo, na madrugada de 3 de agosto, e um animal fazendo o que parecia ser um esturro na parte de preservação que a gente tem ao fundo da nossa chácara.
Quando acordei, não consegui achar meu cachorro”, relata Ana Lídia.
Após esse desaparecimento, outros dois cães, Pudim e Pretinha, não foram mais vistos.
A moradora acredita que os cães foram pegos pelo animal silvestre, o qual ela deduz ser uma onça-preta.
Ana Lídia diz, inclusive, que, na útlima segunda-feira (17/8), ficou “frente a frente” com o bicho não identificado.
“O som ambiente da chácara estava muito silencioso naquela noite.
Quando estava saindo da casa da minha sogra, passei pelo portão e fiz uma iluminação com a lanterna em um lado escuro, mas não avistei nada.
Porém, ao passar a lanterna para o outro lado, vi um olho brilhando.
Dei um passo atrás, abri o foco da lanterna e lá estava ele [o animal] no chão, deitado”, revelou.
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