Caso Geovana: veja cronologia do assassinato da babá até o júri popular
Babá Geovana Costa Martins, que tinha 20 anos, foi encontrada morta em Manaus.
Arquivo pessoal A babá Geovana Costa Martins, de 20 anos, foi assassinada em agosto de 2024, em Manaus.
Segundo a investigação, ela era mantida em cárcere privado e foi explorada sexualmente pela patroa, Camila Barroso, de 33 anos.
O corpo da jovem foi encontrado em uma área de mata no bairro Tarumã, na Zona Oeste, um dia após o desaparecimento.
Geovana trabalhava para Camila havia cerca de um ano.
Segundo a mãe da vítima, Márcia Costa, a filha nunca havia relatado desentendimentos ou comportamentos estranhos por parte da patroa.
A investigação começou após a família encontrar fotos em que Geovana aparecia com hematomas no rosto.
As imagens haviam sido salvas automaticamente em um serviço de armazenamento na nuvem e puderam ser acessadas pelos familiares após o desaparecimento da jovem. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Relembre a cronologia do caso Cerca de um ano antes do crime: Segundo a investigação da Polícia Civil, Geovana é contratada por Camila Barroso para trabalhar como babá do filho dela.
Com o passar do tempo, segundo a polícia, a jovem é aliciada com festas e bebidas e passa a ser mantida em cárcere privado.
A Polícia Civil afirma que a casa onde Camila morava, no bairro Petrópolis, na Zona Sul de Manaus, funcionava como casa de massagem e ponto de prostituição.
Segundo a investigação, Geovana era obrigada a realizar programas sexuais e impedida de manter contato com pessoas de fora, incluindo o ex-namorado.
Ainda de acordo com a polícia, para evitar que a jovem fugisse, Camila dizia ter sido casada com Mano Kaio, apontado pela investigação como um dos líderes do tráfico de drogas no Amazonas.
Segundo a Polícia Civil, ela ameaçava chamar integrantes do tráfico para "quebrar as pernas" de Geovana caso ela tentasse sair.
Caso da babá Geovana Martins: três acusados foram ouvidos Junho de 2024: Geovana emite um passaporte.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Amazonas.