Em 1º ato em SP, Lula promete prender líderes de facções e defende soberania; Janja canta jingle
Lula faz 1º ato da campanha em estádio em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista Adriano Machado/Reuters O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, neste domingo (16), do primeiro evento de campanha em busca da reeleição à Presidência da República.
O petista escolheu São Bernardo do Campo (SP), onde iniciou a carreira política ao liderar o movimento sindical na primeira grande greve do ABC Paulista, no final da década de 1970.
LEIA TAMBÉM: Lula discursa em primeiro dia de campanha; veja principais frases Lula destacou que é o primeiro presidente a ser eleito para um terceiro mandato, e que está em busca de um quarto porque, "enquanto for vivo", não vai parar de lutar e nem deixar que a direita volte a governar o país.
"Uma direita que ficava dando risada das crianças que estavam morrendo por falta de remédio.
Uma direita que é responsável pela morte de 400 mil pessoas durante a Covid por irresponsabilidade com a vacina", disse. 'É fácil matar bandido em favela.
Agora o cara que manda está em uma cobertura' , diz Lula Combate ao crime organizado Lula começou o discurso relembrando sua trajetória como líder sindical e falou sobre o significado que a cidade em São Paulo tem em sua formação política.
Dedicou seu pronunciamento à mãe, Eurídice Ferreira Mello, a Dona Lindu, e também agradeceu a Deus.
"Eu estou muito agradecido a vocês, e a lembrança deste estado pra mim é maravilhosa.
É inesquecível o que eu vivi aqui", disse.
Também falou sobre segurança pública, um dos temas em destaque na campanha eleitoral deste ano.
O petista destacou que pretende combater lideranças de facções criminosas, e prometeu investimentos em educação para evitar que o adolescente creça e "vire bandido".
"É fácil matar o bandido numa favela.
Agora, o cara que manda tá no apartamento de cobertura.
O cara que manda está morando no condomínio e nós precisamos acabar com eles para poder acabar com o debaixo.
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