Grisalho, candidato explica por que não abre mão da cabeleira
Sansão - O ex-senador e candidato ao governo Delcídio do Amaral (PDRD) contou que é cobrado a cortar a cabeleira grisalha, mas reconheceu que o cabelo grande é uma marca registrada.
O estilo até faz com que ele seja confundido com duas figuras famosas: o ator Antônio Fagundes e, mas recentemente, o ex-governador de Goiás e candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD).
Bem humorado - Ao ingressar na disputa eleitoral, Delcídio voltou a circular na imprensa e na Capital.
Em sabatina realizada por pool de veículos de comunicação, ele esbanjou bom humor e até contou anedota.
Lembrou de uma piada relacionada ao gênio Albert Einstein, que usava um pupilo como motorista e um dia pediu que ele se passasse pelo cientista e respondesse a perguntas em giro por universidades dos EUA, para onde se exilou durante o nazismo.
O motorista sabe - Segundo a história, na sabatina, ao ser questionado, o jovem respondeu que o assunto era tão fácil que até seu motorista saberia responder e “passou a bola” para ele, Einstein.
Delcídio ainda lembrou da origem pantaneira, quase tendo nascido boliviano e a infância na fazenda que a família tem há mais de um século.
A vivência o permitiu conhecer as cheias e estiagens características do bioma.
Fica no ar - A vereadora Ana Portela tentou, mas não conseguiu derrubar imediatamente uma publicação de um perfil de fofoca que relaciona sua campanha a deputada a uma investigação sobre possível nepotismo.
O post afirma que uma parente doou R$ 1,3 mil à campanha e, posteriormente, foi contratada por R$ 30 mil.
Ao negar a retirada, o desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva considerou que doação, contratação e investigação são fatos reconhecidos pela própria candidata, não havendo, nesta fase, falsidade evidente que justificasse a exclusão.
Procura-se - A decisão não confirma que houve nepotismo.
O pedido de direito de resposta ainda será analisado após a manifestação do responsável pela publicação.
Ana também queria que a Meta e o Registro.br fornecessem dados para identificar quem está por trás do portal e do perfil no Instagram, mas o desembargador entendeu que ela ainda não esgotou as alternativas para localizar o responsável.
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