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Quantos votos Flávio Bolsonaro teve no 1º turno? Veja por estado

Por Redação 5News · · com informações de UOL Notícias
Quantos votos Flávio Bolsonaro teve no 1º turno? Veja por estado

Flávio Bolsonaro lidera primeiro turno com mais de 56 milhões de votos

Flávio Bolsonaro conquistou a maior quantidade de sufrágio no pleito presidencial de 2026, realizado em 4 de outubro, ultrapassando numericamente seu principal concorrente na disputa. O candidato do Partido da Liberdade (PL) recebeu um total de 56.104.503 votos válidos em todo o território nacional, consolidando sua liderança na primeira fase da eleição. Apesar desse resultado expressivo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu reverter a desvantagem inicial e conquistar a vitória definitiva e sua reeleição quando o segundo turno ocorreu dias depois.

Votação Nacional e Comparação entre Candidatos

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro alcançou 47,03% do total de sufrágio válido emitido pelos eleitores brasileiros. Lula, que terminou em segundo lugar na preferência dos votantes naquele momento, obteve 45,16% dos votos válidos, uma diferença considerável em termos percentuais. Em números absolutos, a vantagem de Flávio sobre seu adversário petista foi de 2.224.965 votos, segundo as informações disponibilizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), organismo responsável pela condução e apuração de todas as eleições no país.

Esse resultado no primeiro turno refletiu uma disputa bastante equilibrada entre os dois principais candidatos da eleição, com Flávio saindo à frente pela margem de dois pontos percentuais. A votação expressiva recebida pelo candidato do PL em diversas regiões do país demonstrou força eleitoral significativa em seu núcleo de apoio. A proximidade dos percentuais revelou um eleitorado polarizado, com as duas candidaturas mobilizando seus respectivos apoiadores de forma bastante intensa durante a campanha que precedeu o primeiro turno.

Desempenho por Estados e Regiões

A análise do voto por unidade federativa revela um mapa político bastante dividido entre os dois candidatos. Flávio conseguiu sair vitorioso em 15 estados, enquanto Lula venceu na maioria dos eleitores em 12 unidades da Federação. A distribuição geográfica do apoio a Flávio mostra concentração particularmente forte nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, além de ganhos significativos em alguns estados da região Norte.

Especificamente, o candidato do PL dominou todos os três estados do Sul do país. No Centro-Oeste, venceu nos quatro estados que compõem a região. No Sudeste, obteve vitória em todos os quatro estados da região geográfica. Adicionalmente, conquistou o apoio da maioria dos votantes em Acre, Rondônia, Roraima e Tocantins, todos estados das regiões Norte e Centro-Oeste. Essa configuração permitiu que chegasse ao número expressivo de 15 vitórias estaduais.

A região Nordeste representou um cenário diferente para Flávio. Lula obteve melhor desempenho entre os eleitores dos nove estados nordestinos, revertendo a tendência vista em outras partes do país. Mesmo assim, Flávio registrou votação significativa na região, recebendo um total de 10.398.973 votos nos estados nordestinos, o que equivaleu a 30,85% de todos os votos válidos emitidos naquela região específica. Essa performance no Nordeste, embora inferior à de Lula, demonstrou penetração do voto bolsonarista mesmo em território historicamente mais favorável ao Partido dos Trabalhadores.

Maiores Votações em Termos Absolutos

São Paulo, o estado mais populoso do país, forneceu a Flávio sua maior votação em números reais. O candidato recebeu 12.922.023 votos no estado, representando 51,93% de todos os sufrágio válidos registrados em São Paulo. A magnitude dessa votação reflete a importância eleitoral da maior economia estadual brasileira e sua densidade populacional elevada.

Minas Gerais apareceu em segundo lugar entre os estados que mais votaram em Flávio, com um total de 5.777.548 votos. O Rio de Janeiro completou o podium das três maiores votações absolutas, contribuindo com 4.966.844 votos para o total nacional do candidato. Esses três estados junto somaram mais de 23 milhões de votos para Flávio, demonstrando o peso decisivo da região Sudeste em sua votação total. A concentração de votos nessa região reflete tanto a população maior quanto uma base eleitoral particularmente receptiva ao seu discurso político.

Maiores Percentuais de Apoio

Quando observada a concentração percentual do voto em estados específicos, a distribuição de apoio a Flávio apresenta características distintas dos números absolutos. Roraima registrou o percentual mais elevado de sufrágio para o candidato, com 71,06% de todos os votos válidos emitidos naquele estado. Rondônia ficou em segundo lugar, com 67,45% dos votos, seguido por Santa Catarina com 66,65%.

Esses percentuais muito superiores aos da média nacional indicam regiões onde o candidato dispunha de apoio particularmente consolidado entre a população. Embora esses estados contribuíssem com votações menores em termos absolutos quando comparados a São Paulo ou Minas Gerais, o grau de concentração do voto em favor de Flávio era notavelmente alto. Essa diferença entre votação absoluta e percentual ilustra uma característica importante do sistema eleitoral presidencial brasileiro, onde tanto o número total de votos quanto a capilaridade geográfica do apoio político são relevantes.

Contexto da Eleição Presidencial de 2026

O pleito presidencial de 2026 representou um confronto entre duas das principais figuras políticas do país nas últimas duas décadas. Flávio Bolsonaro, vindo de uma base de apoio consolidada durante a administração anterior, apresentava-se como continuidade de uma agenda política específica. Lula, um ex-presidente que já havia ocupado o cargo de 2003 a 2010 e posteriormente de 2023 em diante, buscava consolidar seu retorno ao poder após ter estado fora da presidência.

A dinâmica de uma eleição presidencial no Brasil envolve duas fases: o primeiro turno, onde todos os candidatos disputam, e um segundo turno entre os dois mais votados, caso nenhum deles tenha conquistado maioria absoluta de votos válidos. Este sistema de dois turnos, quando necessário, cria dinâmicas políticas específicas onde campanhas podem ser redirecionadas entre as duas votações. Flávio saiu à frente na primeira fase, mas, como mencionado, não manteve essa vantagem quando o segundo turno ocorreu.

Implicações Políticas e Dinâmicas Eleitorais

A eleição presidencial de 2026 inseriu-se em um contexto mais amplo da política brasileira, marcado por polarização entre duas coalizões políticas distintas. O resultado do primeiro turno, com a vantagem de Flávio, indicava que a disputa seguiria competitiva até o segundo turno. A reconfiguração de votos entre o primeiro e segundo turno é fenômeno comum nas eleições presidenciais brasileiras, onde eleitores frequentemente avaliam novamente suas escolhas diante da perspectiva concreta de decisão final.

A campanha para o segundo turno envolveu estratégias de mobilização de apoiadores de candidatos que haviam sido eliminados no primeiro turno, bem como tentativas de persuasão de eleitores indecisos. Esses processos refletem mecanismos centrais da democracia eleitoral brasileira, onde a redistribuição de votos entre rodadas é vista como expressão legítima da preferência do eleitorado.

O que Acompanhar

Os desdobramentos posteriores ao primeiro turno incluíram a campanha intensiva para o segundo turno, quando Lula conseguiu reverter sua desvantagem e conquistar maioria dos votos válidos em nível nacional, garantindo assim sua reeleição. Este resultado final demonstrou que a liderança no primeiro turno não necessariamente prenuncia o resultado da eleição presidencial no Brasil, já que muitos eleitores podem redefinir suas escolhas entre as duas votações. Esse padrão é consistente com análises históricas de eleições brasileiras em sistema de dois turnos, onde mudanças de preferência entre as duas rodadas têm sido observadas em múltiplas ocasiões.

A vitória de Lula no segundo turno, apesar da desvantagem inicial, reforçou compreensões sobre fatores que influenciam comportamentos eleitorais, como mobilização de coalizões políticas, narrativas de campanha e preferências dinâmicas de votantes. O resultado evidencia que a configuração do mapa eleitoral no primeiro turno oferece indicações importantes sobre cenários possíveis, mas não constitui preditor determinista do resultado final em uma eleição presidencial brasileira.

Principais pontos:

• Flávio Bolsonaro recebeu 56.104.503 votos no primeiro turno (47,03% dos válidos), superando Lula que obteve 53.879.538 votos (45,16%)

• O candidato do PL venceu em 15 estados, incluindo os três do Sul, quatro do Centro-Oeste, quatro do Sudeste, e quatro estados da região Norte

• São Paulo foi responsável por 12.922.023 votos (51,93%), Minas Gerais por 5.777.548 votos e Rio de Janeiro por 4.966.844 votos

• Apesar da vitória no primeiro turno, Lula reverteu a desvantagem e conquistou a maioria dos votos no segundo turno, garantindo sua reeleição

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Matéria produzida pela Redação 5News com apoio de inteligência artificial a partir da apuração de UOL Notícias — os fatos do episódio vêm da matéria original; o contexto usa informação pública consolidada. Veja nossa política editorial. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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