“Planeta Lixo” fala sobre consumo e meio ambiente em Curitiba
O musical “ Planeta Lixo ” chega à capital paranaense nos dias 26 e 27 de setembro, integrando a programação do Festival da Primavera.
A montagem sobe ao palco da Espaço Fantástico das Artes (Rua Trajano Reis, 41 – São Francisco), com sessões gratuitas às 17h e 20h do sábado (26) e às 19h do domingo (27).
Prime Rock Brasil 2026 em Curitiba: veja o line-up completo e as novidades do festival Ao transformar resíduos em elementos de cena, o espetáculo propõe uma abordagem poética e visual sobre consumo, reaproveitamento e descarte, além dos impactos desses processos sobre o planeta e sobre a vida cotidiana.
Uma grande montanha de resíduos ocupa o palco e dela surgem os artistas, vestidos com figurinos confeccionados a partir de materiais descartados.
A linguagem do espetáculo combina música, teatro, dança, animação de objetos e manipulação de bonecos, aproximando o público das questões ambientais abordadas.
Embalagens e outros materiais são ressignificados e incorporados à dramaturgia, criando um ambiente que transita entre o caótico, o lúdico e o questionador.
O projeto também amplia a experiência para além do palco.
No sábado, dia 26, após as sessões (17h e 20h) serão realizadas mediações culturais com o público e com agentes ligados à preservação ambiental, criando um espaço de conversa sobre os temas apresentados na montagem.
A programação inclui ainda a oficina, voltada para público direcionado, “Performar – a prática criativa”, ministrada por Fabiana Ferreira, fundadora e diretora geral da Tecer Teatro.
Criado em 2016, em São Francisco do Sul (SC), durante o processo de gravação do álbum “Pedrada na Vidraça”, o grupo Nave Drassa tem em sua trajetória a criação de trabalhos que articulam música, performance e questões sociais e ambientais.
A formação atual reúne a cantora, atriz e performer Fabiana Ferreira, o multi-instrumentista, ator e bonequeiro Mario Negreth e os multi-instrumentistas Tiago Constante e Kelwin Grochowicz.
“Planeta Lixo” começou a ganhar forma a partir das experimentações da banda com teatralidade, performance e materiais recicláveis.
A canção que dá nome ao espetáculo nasceu durante uma sessão de improvisação e trouxe a pergunta que se tornou eixo da montagem: para onde vai o lixo que jogamos fora? A partir daí, repertório, cenário, figurinos e adereços foram desenvolvidos conjuntamente.
O espetáculo estreou nos palcos em abril de 2022, no Casarão das Palmeiras, em São Francisco do Sul, com apresentações viabilizadas por edital estadual da Lei Aldir Blanc.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.