quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Mundo

Eleições em Israel: partidos árabes crescem, e coalizão do governo e oposição seguem sem maioria

G1 Mundo ·
Eleições em Israel: partidos árabes crescem, e coalizão do governo e oposição seguem sem maioria

Benjamin Netanyahu e Gadi Eisenkot Yonatan Sindel/Pool via REUTERS e REUTERS/Shir Torem As eleições parlamentares de Israel terminaram nesta terça-feira (27) com crescimento dos partidos que representam a população árabe e sem que a coalizão governista do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ou o bloco de oposição liderado por Gadi Eisenkot alcançasse os 61 assentos necessários para formar maioria no Knesset.

As informações são de pesquisas de boca de urna divulgadas pelas principais redes de televisão do país.

LEIA TAMBÉM: Eleições em Israel: urnas são fechadas, e pesquisas de boca de urna indicam impasse O bloco de oposição deve conquistar entre 52 e 53 cadeiras, enquanto a coalizão de Netanyahu aparece com 50.

Já dois partidos árabes podem obter entre 17 e 18 assentos, em um resultado que pode dar às legendas um papel decisivo nas negociações para a formação do próximo governo.

O partido Ra'am (Lista Árabe Unida), de orientação islâmica moderada e liderado por Mansur Abbas, deve conquistar sete cadeiras.

A Lista Unificada, de extrema esquerda, aparece com previsão de dez ou 11 assentos.

Em Israel, o Knesset tem 120 cadeiras, e a formação de um governo depende da construção de uma maioria parlamentar de pelo menos 61 deputados.

Por isso, mesmo sem liderar a disputa, partidos menores podem ser decisivos para definir quem conseguirá formar uma coalizão. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Eleição em Israel equivale a julgamento popular de Netanyahu Até o momento, porém, nem Netanyahu nem Eisenkot anunciaram a possibilidade de formar alianças com os partidos árabes.

Disputa entre Netanyahu e Eisenkot As pesquisas que antecederam a votação apontavam uma disputa apertada entre Netanyahu, de 77 anos, e Eisenkot, de 66.

O partido do primeiro-ministro, o Likud, aparecia com entre 20 e 30 cadeiras, praticamente empatado com o Yashar, de Eisenkot.

O resultado coloca Netanyahu diante do risco de perder o cargo, mas também abre a possibilidade de que ele permaneça à frente de um governo interino enquanto os partidos negociam uma coalizão.

A apuração final pode levar dias.

Se nenhum dos dois blocos conseguir reunir apoio suficiente, Israel poderá enfrentar longas negociações para formar um governo ou até mesmo ter de convocar novas eleições.

Foi o que aconteceu alguns anos atrás, quando Israel realizou cinco eleições até que Netanyahu conseguisse formar uma maioria, no fim de 2022.

Ler a notícia completa no G1 Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

Mais de G1 Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›