A febre de testosterona (bomba das academias), o hormônio que tem ideologia
Nenhum hormônio é de direita ou esquerda.
A testosterona - a conhecida bomba das academias - é exceção.
Vem sendo empurrada pela machosfera que a tornaram a chave do êxito.
Mais de um terço dos que a consomem não a necessitam.
Ereção matutina, o padrão ouro.
A ereção matutina virou o padrão ouro para calibrar a testosterona, conforme os fóruns da internet.
Ser assinalado por essa turma como “low T”, baixa testosterona, virou um estigma que apela a vários medos masculinos: pulsão sexual débil, baixa energia, certa atitude pusilânime perante a vida e uma conta corrente precária.
O mundo dos machões mudou.
Até uma década os homens viviam de costas para seus hormônios, mas estão descobrindo que seu bem estar e reputação também depende de mensageiros químicos que sobem e baixam de modo errático, portanto precisam vigiar a taxa de testosterona para não ser vigiado pelo grupo a que pertencem.
Caí 1% por ano.
Até os trinta anos ou pouco mais, a concentração de testosterona no sangue masculino fica entre 500 a 700 ng/ dl.
A partir dos trinta, começa uma queda lenta, mas inexorável.
Não ocorre de um só golpe, vai gotejando, caindo suavemente em torno de 1% ao ano, até chegar ao nível dos idosos que é de 300 ng/dl.
É natural, não há de temer.
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