Escala 6×1: setores com atendimento contínuo poderão ter escalas diferenciadas por meio de negociações coletivas ou lei complementar
Análise do Ipea prevê que redução da jornada para 40 horas semanais pode ter aumento máximo de 10% no custo da hora trabalhada
A aprovação do fim da escala 6×1 deve exigir das empresas uma revisão ampla de modelos operacionais, escalas, bancos de horas, acordos coletivos e estratégias de contratação. Setores que funcionam de forma ininterrupta, como hospitais, comércio e farmácias, devem ser impactados de forma mais relevante.
A principal dúvida que permeia o tema é como as empresas garantirão a continuidade dos serviços ao mesmo tempo que mantêm custos controlados e adequam-se os horários ao novo modelo de jornada. Esses setores podem precisar de uma reestruturação completa que vai desde revisar as escalas e plantões até a redistribuição de jornadas, ou mesmo contratar novos colaboradores. Além deles, pequenas e médias empresas também podem ser afetadas pela redução de 44 para 40 horas semanais.
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