Gigante de tecnologia, Nvidia lucra US$ 59,7 bi no 2º tri, alta de 126%
A gigante de tecnologia Nvidia, desenvolvedora de semicondutores, processadores gráficos (GPUs) e infraestrutura de inteligência artificial, lucrou US$ 59,7 bilhões no segundo trimestre fiscal de 2027, alta de 125,9% em um ano, informou a companhia em apresentação a investidores.
Receita líquida chegou a US$ 96,2 bilhões, com alta de 106,0% em um ano. A companhia atribuiu o avanço à adição recorde de aproximadamente US$ 15 bilhões frente ao trimestre anterior, com forte contribuição das divisões Hyperscale e ACIE.
O lucro líquido de US$ 59,69 bilhões foi impulsionado pela receita recorde e pelo lucro operacional. Na medida non-GAAP, o lucro foi de US$ 53,95 bilhões.
A margem bruta foi de 75%, aumento de 2,6 pontos percentuais em um ano. Segundo a companhia, a melhora refletiu o mix de produtos da arquitetura Blackwell Ultra.
O capex (indicador de investimento da empresa) somou US$ 2,68 bilhões, alta de 41,3% em um ano. Os recursos foram destinados a instalações, equipamentos e ativos intangíveis.
O balanço da fabricante de chips leva o selo de 2027 porque o calendário contábil da empresa corre à frente do ano tradicional. Embora os números divulgados hoje representem as vendas realizadas nos meses de maio, junho e julho de 2026, a companhia adota um ciclo financeiro diferente do civil, que começa sempre em fevereiro e termina em janeiro do ano seguinte. Como esse atual período de 12 meses será encerrado oficialmente em janeiro de 2027, o mercado financeiro classifica os dados divulgados agora como referentes ao segundo trimestre do ano fiscal de 2027.
A companhia afirmou que o crescimento anual da receita acelerou pelo quarto trimestre consecutivo. Os administradores disseram que isso foi um feito sem precedentes para uma empresa que opera em sua escala.
A Nvidia retornou aproximadamente US$ 26 bilhões aos acionistas por dividendos e recompra de ações. Segundo a companhia, também manteve investimentos estratégicos em pesquisa e desenvolvimento e na capacidade crítica da cadeia de suprimentos.
A empresa iniciou os envios de produção da plataforma Vera Rubin em agosto de 2026. A companhia apontou CPU, LPX e STX como novos vetores de crescimento.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Tilt.