Maria Flor explica decisão de expor cartas trocadas com marido durante crise conjugal
Uma das atrizes reveladas pelo cinema e pela televisão brasileira nos anos 2000, Maria Flor, 42 anos, ganhou projeção como Tina, no remake de Cabocla (2004).
Mas foi como Aline na série homônima (2009–2011), que causou discussões ao viver um triângulo amoroso numa deliciosa comédia romântica.
Agora, ela está com a peça O Filho , no Teatro do Copacabana Palace, no Rio, sobre um adolescente de 16 anos que se sente perdido em um difícil processo de depressão.
No bate-papo do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube , no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku), entre outros temas, Maria comenta sobre a decisão de transformar em livro as cartas trocadas com o marido, o psicanalista Emanuel Aragão , durante uma crise conjugal. (Agora a coluna GENTE também está no Instagram.
Siga o perfil @veja.gente ) “Escrevi e lancei com o Emanuel O Amor Ainda Possível , foi difícil, mas foi bom, porque é um livro de cartas.
A gente trocava cartas, botava na cabeceira do outro, aí o outro lia a carta, e tinha duas semanas para responder.
A princípio, era só o Emanuel quem leria, a gente não pensou em transformar aquilo num livro.
Foi acontecendo aos poucos esse processo.
Ele é bem íntimo, é bem sincero.
A gente estava numa crise muito grande, não estava conseguindo conversar, e resolveu trocar cartas.
Foi ideia do Emanuel, para a gente tentar se ouvir, porque está tão difícil se ouvir, está tão difícil conversar nessa vida louca, que a gente não conseguia também, mesmo morando na mesma casa.
A gente resolveu trocar as cartas, aí a crise piorou, e depois que a crise melhorou, a gente olhou e falou: ‘cara, talvez isso sirva para outras pessoas.
Vamos transformar isso num livro’”.
Captação de imagens e edição: Libário Nogueira / Agradecimento: Hotel Nacional e Elev Comunicação / Sobre o programa semanal da coluna GENTE.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.