Comércios de SP se comprometem com selo antirracista: "Tão óbvio"
Bares, restaurantes, casas culturais e outros estabelecimentos comerciais de São Paulo podem solicitar, por meio da Lei Estadual nº 18.427/2026 , treinamentos e orientações para funcionários aprenderem como reconhecer e comunicar atos racistas .
Após a formação, o comércio recebe um selo de Território Antirracista e fica georreferenciado por uma plataforma on-line .
3 imagens Fechar modal.
1 de 3 Ascom/Dep.
Ediane Maria 2 de 3 Ascom/Dep.
Ediane Maria 3 de 3 Ascom/Dep.
Ediane Maria A lei é de autoria da deputada estadual Ediane Maria (PSol) e os comércios certificados se comprometem a escutar às vítimas em um espaço físico reservado, conservar as provas do crime e acionar as autoridades.
Atualmente, mais de 150 bares, restaurantes, espaços religiosos, mercados, institutos e casas culturais compõem a iniciativa antirracista.
Marco Antonio é dono de uma casa de cultura na Vila Maria, zona norte da capital, e afirma que ter o selo de Território Antirracista em seu estabelecimento “é como um presente” .
Com a história negra pintada nas paredes e espalhada pela decoração do espaço, a casa é um local de acolhimento para os clientes.
“Sou um empresário preto retinto, vindo da escassez.
Fruto dos estereótipos das famílias pretas desfeitas da minha geração.
Além de preto, sou candomblecista.
E a primeira coisa que aprendo na minha religião é o acolhimento dos nossos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.