Empresa responsável por um dos estudos buscados por Lito se manifesta sobre o caso
Lito Sousa é o nome profissional do piloto Joselito Geraldo de Sousa, de 59 anos, um dos principais influenciadores brasileiros especializados em aviação.
Reprodução/Redes Sociais A busca de Lito Sousa por um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) ganhou novos capítulos nos últimos dias, com manifestações da família, de pesquisadores nos Estados Unidos e do Ministério da Saúde.
O influenciador enfrenta uma doença rara, de rápida progressão e ainda sem cura. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Diante do avanço do quadro, a família passou a procurar pesquisas que testam possíveis tratamentos e chegou a dois estudos realizados nos Estados Unidos: o ION717, da farmacêutica Ionis Pharmaceuticals, e o PRiSM, conduzido pelo Broad Institute, ligado a Harvard e ao MIT.
Nesta última terça-feira (25), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a pasta formalizou um pedido para incluir Lito na fase inicial do PRiSM.
Segundo ele, os responsáveis pela pesquisa informaram que o influenciador foi colocado na lista para a triagem. ➡️ Até agora, porém, Lito não conseguiu uma vaga para receber os medicamentos em teste.
Abaixo, entenda como começou a busca, por que a vaga é difícil e o que ainda falta para Lito receber o tratamento.
Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Lito Sousa: Ministério da Saúde pede inclusão de piloto em estudo clínico Como começou a busca por tratamento? A família de Lito vinha tentando contato com os responsáveis pelos dois estudos diante da rápida evolução da doença.
No domingo (23), a empresária Mila Seidl, esposa do influenciador, contou que havia procurado o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para pedir apoio.
Nesta terça-feira (25), ela afirmou também ter buscado ajuda do Itamaraty.
Um dos caminhos avaliados pela família era o ION717, estudo mais avançado conduzido pela Ionis Pharmaceuticals.
A pesquisa, porém, já estava fechada para a entrada de novos voluntários.
Antes de o ministério se pronunciar, um dos responsáveis pela pesquisa divulgou nota no Instagram.
O Broad Institute disse nesta terça-feira que estava em contato com a equipe de Lito para avaliar opções e afirmou: "não sabemos se podemos ajudar, mas vamos tentar" (veja reprodução abaixo).
Entenda a doença de Lito Sousa Arte/g1 No mesmo post, o perfil de Lito respondeu o instituto e afirmou que a opção oferecida foi a "participação no estudo no grupo de observação, sem receber a medicação" e que a família ainda aguardava a possibilidade de ele passar, de fato, pelo tratamento experimental.
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