Análise: Londrina sofre com velhos problemas e eleva o risco de queda
Estádio do Café completa 50 anos de história em Londrina O Londrina transformou mais uma vez uma partida decisiva em um roteiro já conhecido na Série B do Brasileiro.
Tratado internamente como uma espécie de final direta na luta contra o rebaixamento, o confronto com o Ceará terminou com a mesma sensação das últimas rodadas: o Tubarão começou bem, criou a expectativa de uma reação, mas saiu de campo com mais uma derrota. 🗞️ Leia mais notícias do Londrina ✅ Clique aqui e siga o canal do ge PR no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O início, inclusive, alimentou a esperança de que a história poderia ser diferente.
Logo aos quatro minutos, João Vitor converteu o pênalti sofrido por William Pottker e colocou o Londrina em vantagem.
O problema é que o gol não serviu para dar tranquilidade à equipe.
Pelo contrário.
Depois de sair na frente, o time comandado por Rogério Micale recuou, deixou de disputar o meio-campo e passou a depender excessivamente de transições.
A estratégia funcionou por pouco tempo.
Quando o Ceará aumentou a pressão, o Londrina voltou a expor uma fragilidade que deixou de ser pontual e já se tornou estrutural: a dificuldade para defender jogadas pelo alto.
Enzo Lodovico em Ceará x Londrina LC Moreira Bola aérea deixou de ser acaso Os dois gols sofridos de cabeça no confronto ajudam a explicar o momento do Londrina.
Não se trata mais de uma sequência de lances isolados ou de uma noite de pouca sorte.
A bola aérea virou um problema recorrente e decisivo para uma equipe que não consegue transformar vantagem em controle de jogo.
O Tubarão já sofreu dez gols em jogadas de bola parada pelo alto na competição.
O número representa quase um terço dos 29 gols sofridos pela equipe na Série B.
É um dado que revela mais do que uma deficiência individual.
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