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Cariani após MPSP pedir condenação por tráfico: 'Logo isso chegará ao fim'

UOL Notícias ·
Cariani após MPSP pedir condenação por tráfico: 'Logo isso chegará ao fim'

O empresário e influenciador Renato Cariani se manifestou na noite de hoje e disse confiar na Justiça após o MPSP (Ministério Público de São Paulo) pedir a condenação dele por tráfico de insumos químicos destinados à fabricação de drogas , associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Em vídeo publicado no Instagram, Cariani tranquilizou os seguidores e explicou que o processo em que o MPSP fez a solicitação de condenação não é novo, mas é de 2023. Segundo o empresário, ele era sócio de uma indústria química que foi "vítima de uma fraude", e ele se tornou alvo do processo porque é um dos donos da empresa: "Então tudo que acontece na empresa, automaticamente, eu sou responsabilizado". O pedido de condenação foi apresentado pelo MPSP na quarta-feira (21), nas alegações finais do processo.

Empresário afirmou que não aconteceu nada diferente no processo e que o MPSP está fazendo o papel do órgão, que é acusá-lo. Ele também apontou que agora cabe à sua defesa provar que ele está certo e mostrar que é inocente. "A única coisa que aconteceu foi que, nas alegações finais agora do Ministério Público, ele manteve a mesma postura que é a postura do Ministério Público, que é de acusação."

Influenciador pediu que os seguidores fiquem tranquilos porque ele está bem e agradeceu as mensagens de carinho que têm recebido. "Eu estou super bem, a cabeça está boa. Eu confio demais na Justiça. Nós fizemos um trabalho de defesa excelente. Fica tranquilo que a gente confia na Justiça e vai dar tudo certo. Fiquem tranquilos que eu estou super bem e não é um processo novo não, tá? É só a continuidade desse processo de 2023 que, daqui a pouco, graças a Deus, vai terminar." Na legenda, o influenciador escreveu: "Logo, logo isso tudo chegará ao fim, meus amigos".

Cariani é acusado de participar de um esquema que teria desviado mais de 12 toneladas de produtos químicos para o narcotráfico. Segundo o Ministério Público, as substâncias eram destinadas à produção e adulteração de drogas, principalmente cocaína e crack.

O influenciador responde ao processo em liberdade e ainda não foi julgado. Ele nega envolvimento nos crimes.

O Ministério Público também pediu a condenação de Fábio Spínola Mota e Rodrigo Gomes Pereira. Os três são acusados de participar do esquema de desvio de insumos e de ocultação da origem do dinheiro obtido com as operações.

A reportagem não conseguiu contato com as defesas dos acusados. O espaço segue aberto para manifestações.

O esquema teria utilizado empresas sediadas em Diadema, na Grande São Paulo. De acordo com a acusação, a Anidrol Produtos para Laboratórios, a Quimietest e a Anid Labor eram usadas para desviar substâncias controladas, como lidocaína, fenacetina e ácido bórico.

Notas fiscais falsas eram usadas para esconder o destino dos produtos, segundo o MP. As operações eram registradas em nome de grandes empresas, como AstraZeneca, LBS Laborasa e Cloroquímica, que apareciam como compradoras das substâncias.

O Ministério Público aponta ainda a movimentação de mais de R$ 2,4 milhões em operações suspeitas de lavagem de dinheiro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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