Flávio erra e chama país de "Estados Unidos do Brasil"
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O senador Flávio Bolsonaro ( PL ) colocou no documento que divulgou nesta quarta (28) para se declarar o "presidente eleito do Brasil" um brasão errado do país.
A figura trazia a inscrição "Estados Unidos do Brazil - 15 de novembro de 1889", quando o correto é "República Federativa do Brasil". Ele também escreveu incorretamente Brazil com z.
Depois do primeiro envio à imprensa, foi divulgado um novo PDF por WhatApp com a correção.
Na carta, divulgada por meio do aliado Paulo Figueiredo, ele afirma ser "o verdadeiro presidente eleito do Brasil".
Nela, o parlamentar agradece ao presidente da Argentina , Javier Milei , e ao presidente dos EUA, Donald Trump , pela ajuda em sua fuga. Leia a íntegra da carta ao final do texto.
"Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil", diz ele no início do documento.
"Antes de mais nada, queria agradecer ao presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão", segue.
Na sequência, ele afirma que as eleições em que foi derrotado foram fraudadas.
"Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno", diz, sem apresentar provas.
"Uma decisão do STF , tomada por cima da competência do TSE , estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas. Eleitores ficaram submetidos a regras diferentes. Até agora, o TSE se limitou a defender a prorrogação do horário e não há sequer uma única resposta crível. E as nulidades não são o único problema. Ao longo de toda a campanha, houve abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição".
Ele afirma ainda que os fatos são graves e defende a cassação da chapa Lula-Alckmin.
Diz ainda que o ministro do STF Alexandre de Moraes pediu a apreensão de seu passaporte por causa dos questionamentos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.