A pouco mais de um mês do final do prazo, só cinco empresas de cripto pediram licença ao BC
Apenas cinco empresas protocolaram até agora pedidos de autorização no Banco Central (BC) para funcionar como prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs).
Quatro processos continuam em análise e um já foi indeferido por problemas na documentação e no cumprimento das condições para participar do regime de transição, incluindo a comprovação de capital mínimo, segundo apurou reportagem do Valor Econômico.
O número ainda está distante das estimativas ouvidas pelo Valor Investe entre participantes do mercado.
Profissionais do setor calculam que entre 150 e 200 empresas atuem hoje com criptoativos no país e que apenas 20 a 25 devem efetivamente solicitar autorização ao BC.
Ao fim do processo, a expectativa de uma das fontes é que cerca de dez consigam a licença.
O próprio Banco Central já havia indicado que os primeiros pedidos não permitiriam antecipar o tamanho do mercado regulado.
Durante o Digital Assets Conference (DAC), nesta semana, Nagel Paulino, chefe de divisão do Departamento de Regulação do BC, afirmou que a autarquia tem estimativas internas sobre o número de empresas que devem buscar autorização, mas não divulgou os números.
Segundo ele, o regulador está preparado tanto para um volume maior quanto menor de pedidos, e algumas empresas podem optar por esperar ou entrar no mercado posteriormente.
As empresas que já operavam quando as novas regras entraram em vigor têm até 30 de outubro para protocolar o pedido e continuar funcionando durante a análise do BC.
Segundo a reportagem do Valor, parte delas deve deixar o protocolo para a reta final, seja pela expectativa de uma eventual prorrogação do período de transição, seja pelo tempo necessário para concluir auditorias e outras adequações.
Leia íntegra da reportagem no site do Valor Econômico.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.