Evento terá exposição e performances gratuitas em Salvador; saiba mais
O Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC Bahia), em Salvador, recebe entre quinta-feira, 29, e sábado, 31 de outubro a sétima edição do Liquidificador de Mídias, evento que propõe reflexões sobre corpo, memória e tecnologia por meio de diferentes linguagens artísticas.
Com entrada gratuita, a programação inclui exposição, performances, bate-papo, oficina de música eletrônica e poesia falada.Realizado pelo Coato Coletivo, o Liquidificador de Mídias – Ano 07: Há presença? acontece no bairro da Graça e investiga como as relações sociais atravessam corpos, imagens e dispositivos tecnológicos, transformando as formas de criar, perceber e compartilhar experiências artísticas.
A edição também celebra os 10 anos de trajetória do Coato Coletivo e marca uma parceria com o Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC 2026), ampliando as possibilidades de intercâmbio entre artistas, pesquisadores, instituições e público.Exposição transforma acervo em experiência artísticaA programação começa na quinta-feira, 29, às 10h, com a abertura da exposição “Há presença?”.
A mostra transforma o acervo do Coato Coletivo em um espaço de investigação sobre memória, afeto, coletividade e resistência política.Objetos cênicos, figurinos e fragmentos de instalações recuperam experiências acumuladas ao longo da trajetória do grupo, estabelecendo relações entre o passado e as questões do presente.A exposição permanece aberta durante o horário de funcionamento do museu, nos três dias do evento, com participação e mediação do Coato Coletivo.
A experiência também conta com audioguia e vídeolibras, incluindo descrição poética das obras como recursos de acessibilidade e parte da proposta estética e curatorial.Ainda na quinta-feira, às 10h30, a artista da dança e arte-educadora Lua Candeia apresenta a performance “Relar”, que investiga a fricção entre pele e arame farpado sobre a superfície de um scanner.A ação combina contato físico, imagens projetadas e impressões para explorar as relações entre corpo, matéria e paisagem.
Mestra em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Lua integra o Grupo X de Improvisação em Dança e desenvolve trabalhos voltados às corporalidades dissidentes e às questões sociais emergentes nos processos de criação.Performance interativa aproxima ancestralidade e músicaNa sexta-feira, 30, às 10h30, o público poderá participar de “Oráculo Adinkra”, performance interativa de Vírus Carinhoso, com mediação de Bernardo Oliveira.Inspirada nos 12 símbolos Adinkra que estruturam o álbum Karkará, do artista, a experiência propõe uma conexão entre ancestralidade, corpo, música e memória.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.