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FMI reduz previsão de crescimento do Brasil para 2,2% em 2026

IstoÉ ·

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu de 2,4% para 2,2% a previsão de crescimento da economia brasileira em 2026.

A revisão foi apresentada no relatório Perspectivas da Economia Mundial , divulgado na noite de segunda-feira, 12 de outubro.

A instituição também diminuiu a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, de 2,2% para 1,9%.

O PIB representa a soma dos bens e serviços finais produzidos no país em determinado período.

Apesar da revisão negativa, a projeção do FMI para este ano permanece acima das estimativas do governo federal e das instituições financeiras consultadas pelo Banco Central.

Entre os fatores que ajudam a explicar a desaceleração, o organismo internacional destaca a manutenção de condições monetárias restritivas, a redução de estímulos fiscais e as incertezas no cenário global.

FMI prevê crescimento maior que governo e mercado A nova estimativa de 2,2% para 2026 supera a projeção de 2% apresentada pelo Ministério da Fazenda em setembro.

O governo havia reduzido sua previsão anterior, de 2,3%, no Boletim Macrofiscal divulgado naquele mês.

Já o Relatório Focus, elaborado pelo Banco Central com base nas expectativas de instituições financeiras, apontava crescimento de 1,85% em 2026 e de 1,40% em 2027, segundo a edição de 9 de outubro.

Confira as estimativas apresentadas pelas três fontes: Instituição PIB em 2026 PIB em 2027 FMI 2,2% 1,9% Ministério da Fazenda 2,0% Não informado no material Boletim Focus 1,85% 1,40% As diferenças refletem metodologias, cenários e hipóteses próprias de cada instituição.

Por isso, as projeções podem ser revistas conforme novos dados econômicos sejam divulgados.

Juros elevados limitam a atividade econômica Na avaliação do FMI, as condições monetárias restritivas estão entre os principais fatores que limitam o ritmo de expansão da economia brasileira.

O relatório se refere, entre outros elementos, aos efeitos dos juros elevados sobre o consumo e os investimentos.

A taxa básica de juros, a Selic, está em 13,75% ao ano, após um ciclo de redução iniciado em março de 2026, quando estava em 15%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.

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