Diretórios do MDB no Norte e Nordeste declaram apoio a Lula no 2º turno
Diretórios do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) das regiões Norte e Nordeste anunciaram nesta terça-feira, 13 de outubro, apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.
Em nota, as representações regionais afirmaram que a decisão foi tomada em defesa da liberdade, da democracia e da soberania nacional.
O documento também destacou políticas públicas implementadas durante os governos do petista e defendeu sua continuidade.
Ao final do comunicado, os dirigentes convocaram integrantes do MDB, incluindo prefeitos, parlamentares e lideranças estaduais, a se engajarem na campanha de Lula.
O posicionamento representa uma manifestação de setores regionais da legenda e não deve ser confundido, sem uma deliberação específica, com um apoio formal de toda a direção nacional do MDB.
Por que os diretórios do MDB decidiram apoiar Lula? No comunicado, os representantes do partido no Norte e Nordeste associaram o apoio à continuidade de políticas sociais e de projetos desenvolvidos durante a atual administração federal e mandatos anteriores do presidente.
Entre as iniciativas mencionadas estão o Bolsa Família, o Farmácia Popular, o Pé-de-Meia, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni).
Os diretórios também apresentaram uma avaliação positiva do desempenho econômico brasileiro, citando crescimento, fortalecimento da indústria e resultados das exportações.
Esses argumentos expressam a posição política dos signatários da nota, e não uma avaliação independente dos resultados do governo.
A manifestação ocorre na reta final da campanha presidencial, quando partidos, dirigentes e lideranças políticas intensificam as declarações de apoio aos candidatos que disputam o segundo turno.
MDB defende continuidade de obras e programas Outro ponto destacado no documento é a preocupação dos diretórios com a continuidade de investimentos e projetos públicos.
Segundo os representantes regionais, a interrupção das políticas defendidas pelo grupo poderia comprometer obras em andamento e ações já iniciadas.
“Nosso posicionamento reafirma o compromisso com o trabalho realizado”, afirmaram os dirigentes no comunicado.
A nota também argumenta que a manutenção de projetos seria necessária para evitar a paralisação de investimentos.
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