Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa
Sete em cada dez brasileiros que acreditam ter sido vítimas de ilegalidades enfrentam grande dificuldade para encontrar informações sobre seus direitos e processos judiciais, revela uma pesquisa recente da Ipsos.
O levantamento, conduzido sob encomenda do portal Jusbrasil e apresentado com exclusividade à Agência Brasil , aponta um cenário de desconhecimento que impede muitos de buscarem amparo legal.
O desconhecimento de direitos e processos judiciais atinge 70% dos brasileiros que se consideram vítimas de ilegalidades.
A pesquisa da Ipsos indica que 72% dos entrevistados ou de seus domicílios tiveram direitos violados nos últimos 12 meses.
A linguagem jurídica complexa e a falta de políticas públicas de disseminação são apontadas como barreiras significativas ao acesso à justiça.
A pesquisa mostra que 72% dos entrevistados ou alguém de seu domicílio tiveram ou podem ter tido algum direito violado nos últimos 12 meses.
Desse total, 36% têm certeza de que houve uma violação e outros 36% suspeitam que isso tenha acontecido.
Outros 22% afirmam que não passaram por uma situação desse tipo e 6% não souberam responder ou não se lembraram de um episódio desse tipo.
Entre os que suspeitam de violações e os que não souberam ou não lembraram, 42% não conseguem afirmar com segurança se eles próprios ou alguém de seu domicílio tiveram algum direito violado.
A dúvida, portanto, pode aparecer antes de a pessoa buscar orientação ou decidir como agir.
Foram feitas 1,5 mil entrevistas com homens e mulheres de 18 anos de idade ou mais, de todas as classes sociais, por todas as regiões do país.
O período de coleta foi de 28 de julho a 4 de agosto deste ano, e a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
Desconhecimento e barreiras O levantamento revela que as barreiras se impõem a todas as classes sociais.
O acesso a informações é considerado difícil ou muito difícil para um mesmo número de pessoas das classes AB às DE.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.