quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Trump diz que Lula pediu para ele não tomar lado na eleição, mas que situação do Brasil é 'vergonhosa'; siga› Venezuela vai oferecer ativos estatais ao setor privado, diz presidente interina› Aliado de Flávio atribui ao ChatGPT erro ao usar brasão antigo do 'Brazil'› Feminicídios caem 19% na cidade de SP de janeiro a setembro, diz SSP› Trump e assessores ajudaram Flávio a fugir do Brasil, diz NYT› MultiRio prepara Semana de Educação Midiática com lançamentos de projetos› Homem sofre traumatismo craniano após agressão em Apucarana› Pretensão de Flávio Bolsonaro à liderança não consegue apoio de aliados no Brasil› Lula agradece ex-presidente argentino e cita saudades de relação civilizada› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas› Trump diz que Lula pediu para ele não tomar lado na eleição, mas que situação do Brasil é 'vergonhosa'; siga› Venezuela vai oferecer ativos estatais ao setor privado, diz presidente interina› Aliado de Flávio atribui ao ChatGPT erro ao usar brasão antigo do 'Brazil'› Feminicídios caem 19% na cidade de SP de janeiro a setembro, diz SSP› Trump e assessores ajudaram Flávio a fugir do Brasil, diz NYT› MultiRio prepara Semana de Educação Midiática com lançamentos de projetos› Homem sofre traumatismo craniano após agressão em Apucarana› Pretensão de Flávio Bolsonaro à liderança não consegue apoio de aliados no Brasil› Lula agradece ex-presidente argentino e cita saudades de relação civilizada› Novo indicador metabólico prevê longevidade e risco de doenças crônicas
Últimas

Dona do Google vê ações despencarem 13% e perde US$ 500 bilhões em valor de mercado

Folha de S.Paulo ·
Dona do Google vê ações despencarem 13% e perde US$ 500 bilhões em valor de mercado

A queda das ações repercutiu nos mercados, e o Nasdaq, fortemente concentrado em empresas de tecnologia , chegou a recuar 1,87% na sessão desta quinta.

Se a queda persistir até o fechamento, será a segunda maior perda diária de valor de mercado da história de Wall Street, atrás apenas do tombo de US$ 593 bilhões da Nvidia em janeiro de 2025.

O fluxo de caixa do grupo do Vale do Silício afundou ainda mais em território negativo nos três meses encerrados em setembro, chegando a US$ 9,1 bilhões negativos (R$ 48,65 bilhões negativos), após a empresa elevar seus gastos com IA para mais de US$ 50 bilhões (R$ 267,33 bilhões) no trimestre.

O resultado, que superou as previsões dos analistas, marcou apenas o segundo trimestre de fluxo de caixa negativo desde que o Google abriu seu capital, em 2004. Isso também ocorre em um momento em que os investidores estão cada vez mais cautelosos quanto à possibilidade de o histórico boom de investimentos em IA trazer retorno.

A receita de sua maior divisão aumentou 12% em relação ao ano anterior, para US$ 63,4 bilhões (R$ 338,97 bilhões), abaixo da estimativa de US$ 64,9 bilhões e desacelerando ante uma taxa de crescimento anual próxima de 20% no início do ano.

"É nas buscas que está a preocupação", disse David Wagner, chefe de renda variável da Aptus Capital Advisors. "Em um mercado preocupado com a possibilidade de chatbots de IA canibalizarem seu principal negócio, os investidores precisam vê-lo acelerando, e não desacelerando", avaliou.

A mudança para um cenário de consumo de caixa foi provocada por gastos de capital históricos em IA, enquanto a Alphabet aposta tudo no potencial transformador dessa tecnologia ainda em evolução.

Os investimentos de capital cresceram para US$ 51,3 bilhões (R$ 274,28 bilhões) no trimestre, ante US$ 44,9 bilhões no segundo trimestre. A diretora financeira, Anat Ashkenazi, reiterou que esses gastos poderiam chegar a US$ 205 bilhões neste ano, o que implica despesas de até US$ 73,1 bilhões no quarto trimestre.

O Google informou ter assumido compromissos futuros superiores a US$ 1 trilhão (R$ 5,35 trilhões) com compras, arrendamentos, equipamentos, energia e outras obrigações relacionadas a data centers.

Em contraste, a Microsoft teve uma recepção mais favorável depois que o forte crescimento de sua unidade de nuvem Azure ajudou a receita e o lucro a superarem as estimativas. Embora os investimentos de capital tenham subido para US$ 45,2 bilhões (R$ 241,67 bilhões), a empresa ainda registrou fluxo de caixa livre de US$ 18,6 bilhões (R$ 99,45 bilhões).

"Os mercados estão avaliando cuidadosamente a relação entre os investimentos de capital e o fluxo de caixa livre", comentou Dec Mullarkey, diretor-geral da gestora de ativos SLC Management. "A Microsoft se destaca pela disciplina de caixa, ao mesmo tempo que entrega crescimento.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Este assunto em outros veículos

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›