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Casaca! Como o grito marcante do Vasco voltou a embalar elenco e torcedores em 2026

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Casaca! Como o grito marcante do Vasco voltou a embalar elenco e torcedores em 2026

"Vasco jogou na Bombonera como es estivesse no quintal de casa" — Atenção, vascaínos, ao Vasco nada? Tudo! Um dos gritos mais famosos do futebol brasileiro voltou a ecoar com força nos últimos meses.

O tradicional “Casaca”, entoado depois de grandes vitórias do Vasco ao longo da história, foi resgatado nesta temporada.

Em vitórias em Salvador e Porto Alegre, além de jogos em São Januário e no Nilton Santos, o grito foi cantado a plenos pulmões por torcedores e jogadores.

Discurso de Sosa e Casaca: veja os bastidores da vitória do Vasco sobre o Grêmio Em Buenos Aires, após a vitória do Vasco sobre o Boca na Bombonera, os torcedores também repetiram o canto.

Desta vez, os jogadores não cantaram junto com a torcida porque preferiram comemorar no vestiário.

Além disso, a semifinal ainda não terminou.

No entanto, se você andou por qualquer rua de Buenos Aires desde domingo, provavelmente ouviu um grupo de vascaínos perguntando: “então, como é que é?” + Thiago Mendes é alvo de comentários racistas após provocar Boca Juniors nas redes Mas como o grito voltou a ser utilizado após as vitórias? O fato tem relação com Biro, uma espécie de “faz tudo” do Vasco.

Biro é funcionário do clube desde 2003.

Hoje, ele atua como roupeiro e é uma das figuras mais queridas do Vasco, principalmente entre os jogadores.

Biro comandando o Casaca do Vasco Reprodução Os atletas do elenco escolheram Biro para puxar o grito de Casaca após a classificação contra o Vitória, em Salvador, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Eles pararam em frente à torcida e cantaram todos juntos no Barradão.

Desde então, virou uma tradição.

E que tem dado certo.

Os jogadores vão até a arquibancada vascaína, seja dentro ou fora de casa, e pedem silêncio para a torcida, até que Biro faz o tradicional grito de guerra.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.

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