José Aldo revela conversa após derrota para McGregor: "Descobri que nunca teria revanche"
Aldo revela frustração em conversa com Dana White após perder para McGregor O podcast Mundo da Luta chegou à sua edição de número 400 esta semana e recebeu José Aldo no estúdio para uma conversa mais do que especial.
O ex-campeão do UFC bateu um papo com Ana Hissa, Luciano Andrade e Gleidson Venga, e relembrou passagens marcantes da sua carreira, e o que vem por aí após ter oficializado sua aposentadoria do MMA, como o duelo de grappling que fez em um evento no Equador no mês passado e empatou com Marlon Vera. - Fazia quase dois anos que eu não entrava na academia, não treinava, não fazia nada, só jogando tênis e futevôlei.
Mas essa luta de grappling para mim é uma coisa muito tranquila.
Treinei três semanas e fui lá, e fiz uma luta tranquila.
Principalmente o adversário, eu sabia que não tinha jiu-jitsu para me ganhar, não ia me botar em perigo.
Eu queria mostrar o jiu-jitsu, acho que até hoje todo mundo não sabia ou não sabe, não tem noção como que é o meu jiu-jitsu, se eu sou bom ou não.
Então eu procurei lutar e tentar mostrar.
Só que a altitude me atrapalhou um pouco.
Eu acho que eu vou ter outros convites para fazer a luta de grappling, então se tiver eu vou fazer - explicou.
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O manauara falou de seu início no MMA e apontou que ser fã de um lutador em especial moldou o estilo que o consagrou. - Quando eu começo a minha carreira, eu começo mirando no Pedro Rizzo.
Era meu ídolo, era o cara que eu queria ser, era o cara como que eu iria lutar, eu queria nocautear todo mundo.
Todo mundo na época falava do Pride, o maior evento do mundo, e eu sonhava lutar no Ultimate.
Eu sonhava e falava pro (meu treinador) Rodrigo (Ruas): "Um dia vou ter meus bonequinhos no Ultimate".
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