Nascida de raquete na mão, Laura Silva carrega o sonho da família no squash
ROSÁRIO – Medalhista de bronze do squash nos Jogos Sul-Americanos , Laura Silva não sabe dizer exatamente quando começou sua história com a modallidade.
Para ela, o esporte sempre esteve presente.
Antes mesmo de entender o tamanho da raquete, das competições e dos sonhos que viriam pela frente, o esporte já fazia parte da rotina da família.
“Quase isso, praticamente isso”, respondeu Laura ao ser perguntada se havia nascido com uma raquete na mão.
A frase resume uma trajetória construída dentro das quadras.
Antes de Laura se tornar uma das principais atletas brasileiras da modalidade, o sonho começou com o pai, Josafá Bezerra da Silva, o Jota.
Ele conheceu o squash, chegou a competir profissionalmente e depois passou a trabalhar como treinador.
A carreira como atleta ficou pelo caminho, mas nasceu um novo objetivo: ver alguém da família chegar ao alto nível.
SIGA O OTD NO WHATSAPP , YOUTUBE , TWITTER , INSTAGRAM , TIK TOK E FACEBOOK “Meu pai começou a jogar, começou a pegar gosto pelo esporte, conseguiu ser profissional, mas ele também dava aula.
Então não foi tão firme nessa carreira como atleta profissional.
Ele sempre tinha o sonho de ter alguém da família jogando pelo profissional”, contou Laura.
Esse sonho passou primeiro pela mãe.
Treinada pelo marido, ela chegou ao segundo lugar do ranking brasileiro.
Depois, veio o irmão, que também construiu uma trajetória de destaque e chegou a ser um dos principais jogadores do país na categoria juvenil.
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