Val Marchiori revela lesão pré-maligna no intestino: saiba o que é um adenoma
A empresária e socialite Val Marchiori, de 51 anos, revelou nas redes sociais, nesta quarta-feira (14), que descobriu recentemente uma lesão pré-maligna no intestino.
Ela encontrou o pólipo intestinal em um exame de rotina, e os resultados da biópsia revelaram que havia risco de ele se tornar um câncer.
Conhecida como adenoma , a alteração encontrada por Val Marchiori vai exigir exames complementares para se certificar de que toda a lesão foi efetivamente removida no procedimento mais recente ao qual ela se submeteu.
A socialite enfatizou a importância dos exames preventivos e esclareceu que o achado não tem relação com o câncer de mama com o qual ela foi diagnosticada em 2025.
Conheça mais sobre essa questão de saúde.
O que é uma lesão pré-maligna no intestino? Quando uma protuberância se forma na parede do intestino, estamos diante de um pólipo intestinal.
O tipo mais preocupante de pólipo é o tal adenoma, considerado uma lesão pré-cancerosa (ou pré-maligna).
Continua após a publicidade Pólipos são alterações comuns que se manifestam de formas variadas.
Na maioria dos casos, eles são benignos e não evoluem para problemas sérios.
Entretanto, a única maneira de se certificar disso é realizando uma biópsia para avaliar suas características.
É por isso que a colonoscopia , um dos exames preventivos para o câncer de intestino, é considerada tanto investigativa quanto uma forma de tratamento – além de descobrir os pólipos, ela já permite removê-los durante o próprio exame, enviando-os para análise.
A retirada preventiva de pólipos é associada a uma redução de 53% na mortalidade por câncer de intestino, segundo estudos .
Continua após a publicidade Em sua fala, Marchiori reforçou aos seus seguidores a indicação dos médicos: para quem tem histórico de câncer intestinal na família, a colonoscopia deve ser incluída no check-up de rotina a partir dos 40 anos.
Lesão pré-maligna sempre vira câncer? Ainda que os adenomas preocupem e respondam pela maioria dos casos de câncer colorretal, nem todo adenoma se torna canceroso.
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