iFood projeta Black Friday 60% maior e aposta em categorias fora da alimentação em 2026
O iFood projeta aumentar em 60% as suas vendas da Black Friday de 2026 em relação à edição do ano passado, quando o volume comercializado cresceu 50%.
A estratégia da plataforma é ampliar a participação de categorias além da alimentação, com foco em farmácias, supermercados, pet shops, bebidas, presentes e eletrônicos.
A campanha começa em 19 de outubro e se estende até 27 de novembro.
A expectativa é impulsionar as vendas durante seis semanas de promoções, em um plano que busca ampliar a frequência de compras e atrair consumidores para produtos que tradicionalmente não eram associados ao aplicativo.
As estratégias foram apresentadas em evento do iFood à imprensa nesta quinta-feira, 15, na sua sede localizada em Osasco.
“Essa é a primeira vez que a Black Friday tem tanto protagonismo dentro da nossa estratégia”, afirmou Paula Ritto, vice-presidente de Marketplace da companhia.
Nos últimos anos, a participação da data era mais concentrada em restaurantes e pedidos de refeições.
Descontos chegam a 80% A primeira etapa da campanha prevê descontos de até 60%.
A partir de 31 de outubro, as ofertas devem ganhar intensidade, com promoções de até 80% no período da Black Friday, além de ações relâmpago ao longo do dia.
Ela segue até 27 de novembro, com descontos de até 65% na etapa final.
Os assinantes do Clube iFood, que somam 15 milhões, terão frete grátis durante o período.
A empresa também anunciou parcelamento sem juros para compras acima de 150 reais em categorias como farmácia e pet shop, entre outras que serão contempladas.
Continua após a publicidade A plataforma pretende combinar promoções negociadas com varejistas e fabricantes para ampliar a oferta de produtos.
No caso dos supermercados, a estratégia envolve alinhar os descontos com os estabelecimentos parceiros e as indústrias fornecedoras.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.