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Vício em bets e Tigrinho chega às igrejas e pastores criam grupo para atendimento gratuito

Folha Vitória ·
Vício em bets e Tigrinho chega às igrejas e pastores criam grupo para atendimento gratuito

Vício em bets, apostas esportivas online.

Foto: Canva Considerado um problema de saúde pública, reconhecido inclusive pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o vício em apostas online não é algo que livrou as igrejas.

Relatos de fiéis e parentes envolvidos em jogos de apostas na internet, como bets e Tigrinho , estão em crescimento, e afetam a saúde mental e financeira das famílias.

Diante de um cenário desafiador, inclusive em relação ao conhecimento das lideranças das igrejas para ajudar os jogadores compulsivos, pastores evangélicos do município da Serra tiveram uma iniciativa prática: criaram um grupo formado por terapeutas para prestar atendimento gratuito a quem precisa de apoio.

A Associação de Pastores Evangélicos da Serra (Apes), que representa mais de 300 pastores e cerca de 200 denominações no município , primeiro formou uma comissão para tratar do assunto.

O resultado final das conversas, iniciadas em julho, foi uma série de ações de comunicação e, agora, o lançamento de uma “linha direta”, via Whatsapp, para dar suporte aos apostadores e familiares.

São ao todo quatro terapeutas disponíveis para prestar o atendimento, sendo três deles pastores.

O número de contato por Whatsapp é o (27) 99254-7473 , e também é possível iniciar a conversa pelo direct das redes sociais da Apes.

“Temos relatos de histórico de membros de igrejas também com vício em apostas virtuais.

Nós identificamos que o vício em jogos online, como bets e Tigrinho, é um problema muito grave, que não pode ser tratado apenas no âmbito espiritual.

Precisa ser tratado por pessoas especializadas, para realmente dar o suporte que esse paciente precisa”.

Pastor Marcelo Ferreira, presidente da Associação de Pastores Evangélicos da Serra Quem fizer contato com o grupo passa inicialmente por uma triagem e depois é encaminhado para um dos terapeutas, que pode continuar a conversa pelo celular ou presencialmente.

Pastor Marcelo Ferreira, da Associação de Pastores Evangélicos da Serra (Apes).

Foto: Divulgação/Apes “Cada terapeuta tem uma forma de trabalhar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.

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