NBA na Europa: Um panorama geral
O projeto da NBA Europa continua agitando o mercado esportivo no Velho Continente com possíveis impactos no basquete mundial.
Os acontecimentos das últimas semanas não confirmaram uma aproximação entre a NBA e a Euroliga .
Os clubes da liga europeia rejeitaram uma proposta inicial da liga norte-americana.
Notícias apontam que, nesta mesma reunião, os clubes europeus aprovaram por unanimidade um plano de expansão para um ciclo de 10 anos com ampliação de 20 para 24 equipes, migração para o modelo de franquias, valorização dos times e uma projeção de crescimento expressivo das receitas.
Diante desse cenário, decidi fazer uma análise sobre os pontos críticos dessa situação.
Conceito A arquitetura da NBA Europa prevê 16 participantes, sendo 12 franquias e 4 classificados por mérito esportivo.
A expectativa do lançamento oficial é para 2027, porém veículos de imprensa na Europa indicam um possível adiamento para 2028, mantendo uma atividade preparatória em 2027.
A Euroliga possui 20 clubes, sendo 13 permanentes com licença A; entre 5 e 6 times de licença provisória (3 a 5 anos), conforme critérios de competitividade e estrutura; uma vaga vai para o campeão da EuroCup, a divisão de acesso; e, por último, uma vaga via convite por conta de interesses comerciais e promocionais (a última foi usada com Dubai).
Modelo de negócios A distribuição das receitas da Euroliga estabelece dois grupos principais: Direitos de transmissão: os clubes licenciados retém 65% das receitas geradas em seus respectivos mercados e os 35% restantes são distribuídos igualmente entre todos os clubes licenciados.
Outras receitas comerciais: 25% são distribuídos igualitariamente entre todos os clubes e 75% combinando desempenho esportivo, engajamento dos torcedores (público nos ginásios, audiência televisiva e interação digital) e resultados históricos.
A distribuição das receitas da NBA, por sua vez, tem um sistema de compartilhamento entre clubes e atletas, mas também busca equilibrar as franquias: Receitas e a divisão com os jogadores: a receita total gerada pela liga (Basketball-Related Income (BRI)) é dividida entre clubes e atletas pelo Acordo Coletivo de Trabalho.
Os jogadores ficam com um percentual entre 49% e 51% na forma de salários e benefícios.
O restante vai para as equipes.
Receitas centralizadas: a maior parte das receitas é arrecadada de forma centralizada e dividida igualmente entre as 30 equipes, incluindo-se os acordos de transmissão nacional (US$ 76 bilhões por 11 anos), as parcerias e os patrocínios de grande porte, os licenciamentos e os direitos digitais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.