No inverno do Alasca, a rã-da-madeira congela até o coração parar de bater e pode sobreviver a -12 °C, porque transforma glicogênio em glicose para proteger as células do gelo
Quando o inverno chega ao interior do Alasca, a rã-da-madeira (Rana sylvatica, também classificada como Lithobates sylvaticus) pode ficar rígida, parar de respirar e não apresentar batimentos cardíacos detectáveis.
Parece morta, mas seu organismo entra em um estado extremo de tolerância ao congelamento e pode permanecer assim durante meses.
Como a rã-da-madeira consegue sobreviver completamente...
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