segunda-feira, 12 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões› Claude envia denúncia falsa à polícia e Anthropic corta internet› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Musk vê SpaceX maior que economia da Terra e fala em US$ 12 quatrilhões› Claude envia denúncia falsa à polícia e Anthropic corta internet› WhatsApp mata era da mensagem gratuita e dispara alerta para boleto inédito› Presidente da Microsoft diz que leite tem mais regulamentações do que IA› Andrew Garfield diz que filme "Artificial", sobre OpenAI, volta foco para criadores de "novo mundo"› IAgora: por que os matemáticos estão furiosos com a OpenAI?› O plano de Zuckerberg, Google e governo que vai mudar totalmente a biologia› CEO da Microsoft pede freio de emergência para IA avançada
Ciência

Jeito de falar na infância pode dar pistas sobre saúde mental no futuro

Galileu ·
Jeito de falar na infância pode dar pistas sobre saúde mental no futuro

A maneira como crianças e pré-adolescentes falam pode ajudar a identificar sinais de vulnerabilidade para ansiedade, depressão e outros transtornos de saúde mental anos mais tarde.

A conclusão é de um estudo que analisou, com auxílio da inteligência artificial, 204 jovens de 9 a 13 anos e acompanhou a evolução da saúde mental deles até seis anos depois.

Os resultados foram publicados em julho na Nature Mental Health e apontam que o estilo da linguagem foi mais informativo do que o conteúdo emocional.

Em vez de procurar apenas palavras como tristeza, medo, ansiedade ou raiva em entrevistas com os participantes, os autores identificaram informações em aspectos mais sutis da fala, considerando a forma como as narrativas eram construídas.

Entre esses aspectos estavam as chamadas “palavras funcionais”, como pronomes, preposições e conjunções, expressões que usamos o tempo todo e normalmente não prestamos atenção.

Por isso, sua utilização pode ajudar a revelar como uma pessoa organiza mentalmente uma experiência, conecta acontecimentos, faz referência a si própria e aos outros, ou como demonstra certeza e dúvida ao narrar uma situação.

“Quando contamos uma história, fazemos escolhas linguísticas o tempo inteiro sem nem perceber.

Essas escolhas podem refletir processos cognitivos e emocionais menos conscientes”, diz o psiquiatra Thiago Andrade Pedrosa, especialista em infância e adolescência do Espaço Einstein de Bem-estar e Saúde Mental, do Einstein Hospital Israelita.

Uma criança pode ter dificuldade para nomear diretamente aquilo que sente.

Por isso, para compreender seu estado emocional, profissionais também recorrem a outros recursos, como brincadeiras e desenhos.

“Perguntar simplesmente ‘Você está triste?’ não vai capturar a experiência emocional completa daquela criança”, detalha o psiquiatra.

A relação entre linguagem e estado psicológico não é exatamente uma novidade na psiquiatria.

Na avaliação do estado emocional do paciente, os profissionais já observam a maneira como ele se expressa, seu vocabulário, a quantidade de palavras utilizadas e até a entonação da fala.

Pesquisas anteriores, realizadas principalmente com adultos, também já haviam encontrado associações entre determinados padrões de linguagem e condições como depressão e traumas.

Ler a notícia completa no Galileu ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

Mais de Galileu

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›