Caribé cobra estrutura mínima na natação e critica atletas da seleção: "Cabeça baixa, só aceitando tudo"
Guilherme Caribé relata episódio de quase deportação nos EUA e cobra estrutura na seleção Principal nome da natação brasileira da atualidade, Guilherme Caribé participou de uma live com o campeão olímpico César Cielo nesta sexta-feira (11) e cobrou uma "estrutura básica" na modalidade.
O baiano de 23 anos afirmou que ainda precisa lutar para ter o "mínimo" necessário para performar em alto nível e criticou a atual geração da seleção brasileira, citando falta de união entre os atletas. + Guilherme Caribé fatura 3º bronze no Pan-Pacífico e iguala feito de Cesar Cielo e Thiago Pereira + Guilherme Caribé entra no top 10 histórico dos 50m borboleta em piscina curta Guilherme Caribé em ação no Troféu José Finkel de natação Satiro Sodré/CBDA – Acredito que muitas coisas não mudaram (na comparação entre a estrutura em relação aos tempos de Cielo), porque as mesmas pessoas continuam sendo as mesmas pessoas (risos).
Mas é verdade.
A gente briga muito pela estrutura básica.
Me entrega o mínimo.
Eu só preciso do mínimo de vocês para eu performar.
E ainda assim é complicado – disse Caribé.
Durante a transmissão – que também teve a participação de Regis Mencia, que treinou Cielo e atualmente é head coach do Recreio da Juventude, nova equipe de Caribé –, o jovem nadador foi questionado pelo campeão olímpico sobre as diferenças entre a geração antiga e a atual.
Caribé apontou uma postura que considera mais passiva entre os nadadores atuais e destacou a falta de união dentro da seleção. – A sua geração falava muito mais.
Aceitava muito menos.
Acredito que o pessoal está com a cabeça baixa, só aceitando tudo que tão entregando.
Só joguei na roda aqui.
Pelo que eu assistia, vocês eram mais unidos.
No Mundial de Budapeste (2022) eu tive isso, fui com uma geração mais velha.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.