Um freio de arrumação para 2027
O Brasil chega ao fim de 2026 com uma combinação incômoda: crescimento razoável, desemprego baixo e, ainda assim, uma trajetória fiscal que não fecha.
A dívida bruta do governo geral subiu cerca de 10 pontos percentuais do PIB num período em que a economia cresceu perto de 2,7% ao ano (ou 2,3% a.a. em termos per capita, percentual que não é muito diferente daquele observado em 2004-2014, já que lá a população crescia bem mais).
Leia mais (10/29/2026 - 16h02)
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