De onde vieram os votos de Lula e Flávio neste 2º turno? Veja o peso de cada região na votação
Natuza: Lula deve vitória a jovens que se mobilizaram, aos idosos votaram e ao Nordeste Os votos recebidos por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 tiveram distribuições diferentes pelo país.
Enquanto o Nordeste respondeu pela maior parcela da votação de Lula, o Sudeste concentrou a maior parte dos votos de Flávio Bolsonaro.
É o que mostra um levantamento do g1 feito a partir dos resultados da Justiça Eleitoral nos 5.570 municípios brasileiros e no Distrito Federal.
Do total de votos recebidos por Lula em território nacional, 38,17% vieram do Nordeste e 37,53% do Sudeste.
Juntas, as duas regiões responderam por 75,70% da votação do petista no país.
Lula fala em carro aberto na Avenida Paulista após a apuração que lhe conferiu o quarto mandato de presidente Abraão Cruz/TV Globo No caso de Flávio Bolsonaro, o Sudeste concentrou 45% dos votos recebidos no Brasil.
Em seguida aparecem o Sul, com 19,09%, e o Nordeste, com 18,10%.
A análise considera apenas os votos registrados em território brasileiro, sem incluir a votação no exterior.
Veja o peso de cada região na votação dos candidatos Nordeste e Sudeste concentraram a maior parte dos votos de Lula Lula recebeu 24,45 milhões de votos no Nordeste e 24,04 milhões no Sudeste.
Embora os totais absolutos sejam próximos, o peso das duas regiões na votação nacional do candidato foi diferente.
O Nordeste respondeu por 38,17% de seus votos, enquanto o Sudeste representou 37,53%.
No Sul, Lula recebeu 6,81 milhões de votos, equivalentes a 10,63% de sua votação no Brasil.
No Norte, foram 5,02 milhões (7,84%), e no Centro-Oeste, 3,73 milhões (5,83%).
Sudeste respondeu por 45% dos votos de Flávio Bolsonaro Flávio Bolsonaro recebeu 26,84 milhões de votos no Sudeste, região que concentrou 45% de toda a sua votação em território nacional.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.