TSE desmente Flávio Bolsonaro e diz que fiscais do PL não foram retirados de 'sala-cofre' do tribunal
Agora no g1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou na noite deste domingo (25) que é falsa a declaração do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do PL foram retirados da sala-cofre da Corte durante a apuração das Eleições 2026.
"A sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação.
Todas as demais unidades e áreas do Tribunal, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e membros do Ministério Público, entre outros, que acompanham, de lá, desde o início, a totalização e a divulgação dos resultados do pleito", afirmou o TSE.
Segundo o tribunal, dois fiscais do partido estiveram na sede do TSE neste domingo e acompanharam o Teste de Integridade das Urnas, a totalização dos votos e a divulgação dos resultados.
Ainda segundo o TSE, há registros da presença dos fiscais nos locais visitados e filmagens feitas na Sala de Totalização.
Para o tribunal, esses registros comprovam que os representantes do PL tiveram acesso às áreas destinadas à fiscalização.
Flávio fez a afirmação em entrevista após a proclamação do resultado da eleição.
O candidato derrotado não reconheceu o resultado e disse que vai tentar anular a votação.
“Os nossos fiscais do PL foram retirados de dentro da sala-cofre a partir do momento que a decisão foi tomada.
Então tem muita coisa para ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora nessas eleições”, afirmou.
Segundo o tribunal, a fiscalização da totalização e da divulgação dos resultados ocorre em outras dependências da Corte, entre elas a Sala de Totalização.
Os representantes do partido também visitaram a Sala dos Partidos Políticos, localizada no 5º andar.
Flávio Bolsonaro fala após ser derrotado no 2º turno das eleições.
REUTERS/Adriano Machado Flávio não reconheceu resultado Derrotado pelo presidente Luiz Inácio da Silva (PT) por 51,79% a 48,21%, Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) que prorrogou em duas horas o horário de encerramento, pedido pelo PT e pelo próprio PL, e disse que vai pedir anulação das eleições.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.