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Hugo Motta, presidente da Câmara, defende debater reforma política ainda em 2026

G1 ·
Hugo Motta, presidente da Câmara, defende debater reforma política ainda em 2026

Hugo Motta, Republicanos, defende debater uma reforma política O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos, defendeu debater uma reforma política ainda em 2026. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Os deputados têm um mês e meio para tentar aprovar a PEC que cria o sistema distrital misto de votação.

Até o recesso, que começa no meio de dezembro, seriam necessárias duas votações com, pelo menos, 308 votos favoráveis e o texto seguiria para o Senado.

Pela proposta em discussão, que ainda não foi formalmente apresentada, a mudança valeria apenas para a Câmara dos Deputados e as assembleias legislativas.

Não mudaria nada nas eleições majoritárias para Presidência, governos estaduais, Senado e prefeituras.

Hoje, o sistema para eleger deputados e vereadores é o proporcional.

As vagas são distribuídas proporcionalmente ao número de votos que candidatos e partidos recebem.

No modelo distrital misto em discussão, metade dos deputados seria eleita pelo voto direto do eleitor em candidatos de seu distrito, e a outra parte por listas predefinidas pelos partidos, com a ordem dos candidatos.

Na proposta que vai ser discutida na Câmara, o eleitor votaria no candidato do seu distrito e esse mesmo voto seria levado em conta para decidir o vencedor da lista dos partidos.

Seria um único voto.

O texto também vai definir quem será responsável por decidir as divisões para votação dentro dos estados, os distritos, se o Congresso ou o Tribunal Superior Eleitoral.

Pelo projeto, o novo sistema seria adotado em duas etapas.

Em 2030, um modelo de transição, e em 2034, o novo modelo seria adotado integralmente.

Não é a primeira vez que o Congresso propõe mudanças no sistema eleitoral.

Em 2021, a Câmara chegou a discutir o modelo distrital misto, mas a proposta não avançou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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