“Mais funcionários do que receita”: a estatal que está na mira da equipe econômica de Flávio Bolsonaro
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Caso a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República saia vitoriosa nas urnas em outubro, a equipe do candidato já tem mapeados os principais alvos para enxugar a máquina pública. Para a coordenadora econômica da campanha do parlamentar ao Planalto, Daniella Marques, o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC) — conhecido como a estatal do “chip do boi” — deve ser uma das primeiras companhias a ser descontinuada em uma virtual gestão.
A empresa pública atua no desenvolvimento, projeto e fabricação de circuitos integrados e dispositivos semicondutores, sendo a única na América Latina com capacidade de produção de microchips voltados à identificação animal.
Em evento com empresários na capital paulista, Marques citou a estatal como um exemplo de ativo sem sentido econômico, afirmando que a companhia tem “mais contingente trabalhista do que receita”.
Em dezembro de 2020, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro determinou a liquidação da empresa pública devido a rombos financeiros e altos custos de manutenção. O processo, no entanto, foi interrompido em novembro de 2023 pela gestão do PT, que retirou a estatal do Programa Nacional de Desestatização.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.