Santander amplia crédito para energia solar e mira boom de novos projetos
O Santander aumentou em 11,9% a concessão de crédito para projetos de energia solar no primeiro semestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado.
A informação foi enviada à coluna nesta terça-feira, 25.
O número de clientes também cresceu 19,7% na mesma base de comparação, atingindo o maior patamar desde 2023.
Entre pessoas físicas, as contratações avançaram 44,7%.
Segundo o banco, os resultados reforçam os sinais de recuperação do mercado de financiamento de projetos de energia solar, em meio ao aumento da demanda por soluções sustentáveis que contribuam para reduzir os custos com energia e os impactos ambientais.
De acordo com a instituição, a instalação de painéis solares pode proporcionar uma redução de até 95% na conta de energia.
Para Cezar Janikian, vice-presidente executivo do Santander Consumer Finance no Brasil e na América do Sul, o financiamento é uma importante alavanca para a expansão do mercado de energia solar.
“O avanço da nossa base de clientes mostra que existe demanda e espaço para ampliar essa frente de negócio.
Nossa estratégia é estar cada vez mais próximos dos integradores, combinando crédito e capacidade comercial para transformar esse potencial em novos projetos, acelerar o desenvolvimento do setor e gerar mais negócios para os nossos parceiros”, afirma Janikian.
Continua após a publicidade Além de projetos de energia solar, o Santander também financia baterias para sistemas fotovoltaicos, com equipes especializadas na análise de operações para pessoas físicas e jurídicas.
No segmento de eletropostos, a instituição afirma ser líder no financiamento de veículos elétricos e conta com uma estrutura dedicada a apoiar o processo de instalação, desde a aquisição dos equipamentos até a implementação do projeto completo.
De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), os investimentos em energia solar no Brasil já ultrapassaram 328 bilhões de reais, enquanto a capacidade instalada chegou a 74,3 gigawatts (GW).
A fonte se consolidou como um dos pilares da matriz energética brasileira.
Ainda segundo a entidade, o setor já foi responsável por mais de 100 bilhões de reais em arrecadação de tributos e evitou a emissão de mais de 122 milhões de toneladas de CO₂.
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