Família de colombianas mortas em queda de helicóptero pede investigação transparente e memorial na Vista Chinesa
Rocio, Wendy e Sofia morreram na queda de helicóptero na Vista Chinesa Reprodução Familiares das três vítimas colombianas que morreram na queda de um helicóptero na Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio, retornaram nesta terça-feira (25) para a Colômbia.
Victor Cubillos, Diego Murillo e Luz Cubillos estavam no Brasil desde o dia do acidente.
As colombianas Rocio Cubillos, Wendy Manrique e Sofia Murillo (que eram avó, filha e neta) e o piloto, Alessandro Rocha, morreram no acidente, no dia 8 de agosto.
Antes de deixar o país, a família fez um pedido.
Victor, que é filho de Rocio e irmão de Wendy, sugeriu que fosse realizada a construção de um memorial na Vista Chinesa, próximo ao local do acidente.
"Como uma forma de homenagear as pessoas que morreram e servir de alerta para evitar que outras famílias e turistas passem por uma tragédia semelhante", explicou ele. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Homenagem feita pela família das vítimas na Vista Chinesa no dia 14 de agosto Divulgação Victor também pediu que seus familiares mortos não sejam lembrados apenas como vítimas de um acidente aéreo, mas pelas pessoas que eram, com seus sonhos, planos e projetos de vida.
"Eram pessoas cheias de vida, pessoas felizes, cheias sonhos, com muitos anos para viverem e um futuro pela frente.
Não gostaria que fossem lembradas como vítimas, mas como essas pessoas amadas e felizes", comentou Victor.
Agora no g1 Ele afirmou ainda não guardar ressentimento em relação ao Rio ou ao Brasil e agradeceu o trabalho dos bombeiros, das autoridades e das pessoas que prestaram apoio à família após o acidente.
Família quer investigação transparente A família também pretende acompanhar as investigações e buscar a responsabilização das empresas e pessoas envolvidas no acidente.
O advogado Thalles Andrade, que representa os familiares das vítimas, afirmou que o escritório Leonardo Amarante Advogados Associados já está habilitado no inquérito policial que apura o caso.
Segundo o advogado, os familiares já prestaram depoimento à polícia.
A equipe jurídica acompanhou inicialmente os procedimentos necessários para o retorno dos familiares e das vítimas à Colômbia, incluindo questões relacionadas a alvará judicial, cremação, tradução e suporte consular.
Agora, a prioridade passa a ser o acompanhamento das investigações.
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