Do cafezal à xícara: neta transforma produção do avô em marca de café especial em MG
Neta transforma produção do avô em marca de café especial em MG Na fazenda, o avô planta e colhe.
Na cidade, a neta transforma os grãos em uma marca.
Entre uma ponta e outra dessa história está o Café Cumbré, uma produção que começou há apenas quatro meses, mas que carrega uma trajetória construída ao longo de anos em Itapecerica, no Centro-Oeste de Minas Gerais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Letícia Barros e o avô Vitor Penido de Barros, na fazenda em Itapecerica onde é plantado o café Cumbré Letícia Barros/Divulgação Esta é a 9ª reportagem da série “Itapecerica: Sabores, sons e memórias”, publicada pelo g1 aos domingos para contar a identidade cultural da cidade a partir de personagens, histórias e tradições que ajudam a preservar a memória da cidade.
Nesta edição, a história é do café Cumbré, um grão cultivado, colhido e torrado em Itapecerica, em uma tradição que atravessa gerações e transforma uma plantação iniciada pelo avô em um produto que hoje carrega a identidade da família e da própria cidade.
Café com alma de Itapecerica Letícia durante a torra do café Cumbré em Itapecerica Letícia Barros/Divulgação O café é produzido na fazenda de Vitor Penido de Barros, avô de Letícia Barros.
É de lá que saem os grãos usados exclusivamente pela marca.
Depois da colheita, eles passam por processos de seleção e são torrados para chegar à xícara com uma proposta que vai além do produto, contar a história de uma família e valorizar a produção local.
Letícia, que trabalhava como consultora tributária, decidiu fazer uma transição de carreira para se aproximar da rotina da fazenda e encontrar uma forma de agregar valor ao trabalho do avô.
Produtor de café há cerca de 15 anos, Vitor está em Itapecerica há mais de 35 anos e mantém uma propriedade que emprega mais de 70 pessoas.
“Posso dizer que pausei a carreira tributária e pousei ao lado do meu avô”, conta Letícia.
Do café da fazenda ao café especial Letícia estudou sobre o café produzido pelo avô em Itapecerica e descobriu qualidade especial do grão Letícia Barros/Divulgação A mudança começou há cerca de um ano e meio, quando Letícia passou a estudar a qualidade do café produzido na propriedade.
Com apoio da Emater e de um agrônomo, ela começou a entender melhor os processos de produção, avaliação e classificação dos grãos.
O café da fazenda já era bem avaliado pela cooperativa para comercialização e exportação.
Mas Letícia queria descobrir se havia ali um potencial diferente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.