Mãe de mulher morta após hospital diagnosticar crise de ansiedade diz que filha tinha planos de viver nos EUA
A mãe de Giulia Silva de Araújo, que morreu horas após buscar atendimento em hospital e ser liberada sob diagnóstico de crise de ansiedade, diz que os sonhos da filha foram interrompidos.
Marluce Bezerra contou que Giulia queria viver nos Estados Unidos para oferecer uma vida melhor para a família.
"Hoje, eu estou sentindo a dor na alma.
Minha filha era jovem, tinha planos de fazer outra faculdade.
Queria ir para Estados Unidos, trabalhar lá, para ganhar melhor, ajudar a irmã, me ajudar.
Eu nunca quis que ela fosse pra ela não ficar longe de mim.
Agora, eu vejo a minha filha longe para sempre", lamentou Marluce.
Marluce conversou com o g1 e revelou que não se conforma com o que aconteceu com a filha dentro de um hospital público.
Ela acusa o Hospital Municipal Francisco da Silva Telles de negligência.
"Muitas pessoas perderam os filhos por causa desses assassinos dentro de hospital, fingindo de médico.
Eu estou aqui porque o meu Deus tem me dado força a cada minuto para suportar a dor de nunca mais ver minha filha".
Giulia, que tinha 26 anos e era professora de história, morreu poucas horas depois de receber alta do Hospital Municipal Francisco da Silva Telles.
Ela chegou a ser levada para outro hospital em estado grave, mas não resistiu.
Atestado de óbito indicou como causa da morte 'tamponamento cardíaco', que é a pressão exercida no coração pelo sangue ou líquido, que se acumula na membrana de duas camadas que circunda o coração (pericárdio).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.