Badi Assad vai do público ao palco do Rock in Rio: ‘CPF sempre’
Quando Badi Assad esteve pela primeira vez no Rock in Rio, ainda era estudante de música, tinha pouco dinheiro e precisava enfrentar duas horas de ônibus entre Campo Grande e a faculdade.
Décadas depois, ela retornou ao festival, desta vez para subir ao palco e apresentar o show Transforma na edição de 2026.
Em entrevista à Rolling Stone Brasil , Badi relembrou a primeira experiência no evento.
Na época, uma ex-cunhada comprou seu ingresso e outra deu dinheiro para que ela conseguisse chegar ao festival.
Sem recursos para comer, acabou contando com a ajuda de pessoas que conheceu no local.
“Estilo Woodstock total”, define.
Entre as lembranças, está a frustração de não conseguir assistir ao show do Yes porque precisava pegar o ônibus de volta para casa.
Nina Hagen , por outro lado, ficou marcada na memória da artista.
Agora, a relação com o festival ganhou outro significado.
Ao descobrir que faria parte da programação de 2026, Badi voltou a pensar na conexão entre a mulher por trás da artista e sua carreira.
Ela brinca que a Mariângela , seu nome de batismo, representa o CPF, enquanto Badi Assad é o CNPJ.
“CPF sempre!” , responde ao ser questionada sobre qual das duas percebeu primeiro a importância de estar no Rock in Rio.
Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil) Como nasceu o show Transforma A apresentação aconteceu dentro das comemorações dos 35 anos de carreira da artista.
Para construir Transforma , Badi revisitou um repertório de quase 30 discos e procurou músicas que conversassem com o momento atual e com a dimensão do festival.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.