Nestlé anuncia investimento de R$ 2 bilhões no Brasil
Tesla, Coca-Cola, Nestlé e eBay pedem que EUA não tarifem produtos do Brasil A Nestlé anunciou nesta quinta-feira (3) que vai investir R$ 2 bilhões no Brasil até 2028 na área de Nutrição e Saúde.
O principal projeto do novo ciclo é uma fábrica de fórmulas infantis em Ituiutaba (MG), que receberá R$ 600 milhões.
O investimento reforça a aposta da multinacional na produção brasileira em um momento de maior cautela entre empresas e investidores diante do cenário econômico.
O plano também prevê ampliar a capacidade de unidades já existentes e fortalecer a produção de matérias-primas no país. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Os R$ 2 bilhões destinados à área de Nutrição e Saúde representam cerca de 30% dos R$ 7 bilhões que a Nestlé prevê investir no Brasil entre 2025 e 2028. 🍫O Brasil é o terceiro maior mercado da Nestlé no mundo.
Em 2025, a operação brasileira gerou 3,98 bilhões de francos suíços em vendas, o equivalente a cerca de R$ 42,7 bilhões.
O país também esteve entre os mercados que lideraram o crescimento da companhia no ano.
Nova fábrica de R$ 600 milhões A unidade de Ituiutaba será construída ao lado do complexo que a Nestlé já mantém no município.
As obras devem começar em 2027, com previsão de início da operação em 2028.
A fábrica produzirá inicialmente fórmulas infantis como Nestogeno, Nestonutri, Ninho 1+ e Ninho 3+.
A estratégia é primeiro ampliar o abastecimento do mercado brasileiro e, depois, transformar a unidade em um centro de exportação.
Atualmente, parte da demanda nacional por esses produtos é atendida por importações.
Logotipo da Nestlé em uma de suas fábricas em Konolfingen, na Suíça.
Arnd Wiegmann/Reuters A companhia ainda não divulgou a capacidade de produção da nova fábrica.
Onde estão os outros investimentos O plano de R$ 2 bilhões inclui projetos que já haviam sido anunciados pela Nestlé.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.