Análise: com primeiro tempo avassalador, Santos domina Cruzeiro e segue embalado
*Por Guilherme Machado Com uma grande atuação, o Santos bateu o Cruzeiro por 2 a 1 neste sábado, pela 27ª rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro.
Em uma grande noite coletiva da equipe comandada pelo técnico Cuca, o Peixe teve um primeiro tempo dominante e conseguiu garantir seu terceiro triunfo consecutivo no Campeonato.
Jogando em casa, sobre forte chuva, o Santos demostrou não sentir a falta das suas duas principais estrelas, Neymar (lesionado) e Gabigol (suspenso), dominou as ações ofensivas da partida e criou diversas oportunidades.
Na primeira etapa, o time finalizou 16 vezes e conseguiu chegar aos seus dois gols.
No jogo como um todo, foram 31 finalizações, com 53% da posse de bola.
Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Apesar de ter cedido chances ao adversário, o setor defensivo santista foi eficaz em conter o forte ataque cruzeirense.
Quando acionado, o goleiro Gabriel Brazão deu conta do recado, com destaque para a defesa espetacular que fez aos 11 minutos do segundo tempo, em cabeçada de Matheus Pereira.
O brilho da atuação do Alvinegro esteve na criação ofensiva.
Os meio-campistas e os atacantes, apoiados pelos alas, trabalharam muito bem na construção do ataque.
Em especial na primeira etapa, Rodinei pela direita e Everton cebolinha pela esquerda se destacaram, além de Gabriel Bontempo, que ditou o ritmo do jogo como meia de criação.
O primeiro gol do Santos saiu justamente de uma participação individual de Bontempo, que passou para Cebolinha finalizar na defesa, gerando o rebote para Rollheiser marcar.
O segundo vem dos pés de Rodinei, que recebe lançamento longo pela direita e cruza rasteiro buscando Bontempo que invadia a pequena área.
O gol entretanto, foi do zagueiro cruzeirense Fabrício Bruno contra.
Já nos acrésimos do segundo tempo, a defesa santisata é vazada por um gol de Matheus Pereira, em uma jogada de desorganização da marcação, que tinha Willian Arão sentindo dores e não cumprindo sua função no lance.
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