Entenda o que é o “sexo por compaixão” e por que deve ser evitado
Mesmo sem desejo sexual , um número alarmante de mulheres pratica sexo oral no parceiro uma a três vezes por mês apenas para manter a estabilidade do relacionamento, entre outros objetivos — o que foi chamado “sexo por compaixão” .
O fato foi constatado em estudo publicado este mês no Journal of Sex and Marital Therapy .
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Entre os medicamentos analisados, estavam testosterona, bremelanotida e a flibanserina.
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Os pesquisadores Nikita Guptan e James A.
Simon, de Washington, nos Estados Unidos, constaram que participantes que sofriam dessa condição tinham relações sexuais cerca de duas a três vezes por mês antes de se submeterem ao tratamento .
Ou seja, essas mulheres faziam sexo com seus companheiros, mesmo sem resposta fisiológica.
Esse comportamento foi batizado pelos cientistas como “sexo por compaixão” .
Para eles, há quem faça sexo por querer incentivar a monogamia, no intuito que seus parceiros não busquem outras pessoas .
E essa não foi a primeira vez que o termo foi abordado por pesquisadores.
Em 2024, o Journal of Sex Research mostrou um número surpreendente de pessoas que consente em ter relações sexuais que não desejava em algum momento, inclusive em seus relacionamentos atuais.
O sexo começa no cérebro Para os estudiosos, porém, o hábito pode não apenas gerar lacunas no relacionamento, como culminar em quadros que comprometem a saúde mental e afetam a autoestima feminina .
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