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Marçal afirma que seguirá candidato mesmo diante do risco de inelegibilidade

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Marçal afirma que seguirá candidato mesmo diante do risco de inelegibilidade

Candidato do PRTB evita revelar eventual apoio a outro nome caso seja declarado inelegível pela Justiça Eleitoral

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O empresário Pablo Marçal , candidato à Presidência pelo PRTB, afirmou nesta terça-feira, 18, que manterá sua candidatura até o fim, mesmo diante de uma possível cassação por inelegibilidade.

“Se eu pudesse, eu sairia sem vice. Se eu pudesse ir sem partido, eu também iria. O que vocês tem que entender é que não dá para fazer o que se quer no Brasil, então você tem que ir devagar” , disse ao SBT News.

Na entrevista, Marçal não revelou se apoiaria outro candidato caso fosse declarado inelegível.

“Trabalho com uma hipótese. Se acontecer, que é o que você me pediu, na hora que acontecer, pode me voltar a fazer a pergunta”, afirmou.

Apesar da nova filiação e do registro, Marçal continua inelegível até 2032 .

Em 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou por unanimidade os embargos apresentados pela defesa e manteve a condenação imposta ao empresário.

O caso envolve o chamado “campeonato de cortes” , estratégia de campanha de 2024 que estimulava colaboradores a produzir e divulgar vídeos de Marçal nas redes sociais.

O TRE-SP manteve a condenação por 4 votos a 3 e também aplicou multa de 420 mil reais.

A condenação foi baseada em abuso de poder econômico, captação e gastos ilícitos de recursos e uso indevido dos meios de comunicação.

Com o pedido de registro protocolado, Marçal poderá avançar na campanha, mas sua candidatura depende tanto da análise do registro quanto da situação de sua inelegibilidade na Justiça Eleitoral.

Também nesta terça, 18, Marçal corrigiu sua declaração de bens à Justiça Eleitoral e passou a informar um patrimônio de R$ 149,9 milhões .

No último sábado, 15, o valor informado ao TSE era superior a R$ 7 bilhões. Marçal alegou ter havido um erro por parte do tribunal.

Segundo a nova documentação, o valor de R$ 6,7 bilhões informado anteriormente foi um erro de digitação na discriminação de um investimento de renda fixa, que teria sido digitado por engano. O montante correto é de R$ 6,7 milhões.

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