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Fluminense supera expulsão e polêmica, elimina Rivadavia nos pênaltis e avança na Libertadores

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Fluminense supera expulsão e polêmica, elimina Rivadavia nos pênaltis e avança na Libertadores

O Fluminense viveu uma montanha de emoções em Mendoza, no estádio Malvinas Argentinas. Depois do empate sem gols no Maracanã e com Marcão de interino, o time carioca fez um jogo tenso, passando pela expulsão de Canobbio, abrindo o placar com Serna e sofrendo o empate por 1 a 1 no fim, com muita polêmica no VAR. Nas penalidades, contou com a experiência de Fábio, que pegou dois pênaltis, para se classificar às quartas de final da Libertadores.

Nas penalidades, Thiago Silva, Renê, Hércules e Martinelli converteram, mas Lucho Acosta isolou ainda na segunda cobrança. Fábio logo depois tratou de igualar pegando o chute Florentin. Nas alternadas, Guga fez e Fábio voou na cobrança de Atencio e saiu como herói da classificação.

Depois da saída de Luís Zubeldía, após o empate sem gols na ida no Maracanã, o Fluminense mudou sua postura em campo. As mudanças promovidas pelo interino Marcão novamente surtiram efeito, assim como no fim de semana na vitória de virada sobre o líder Palmeiras, por 3 a 2, no Rio de Janeiro. A grande polêmica saiu no último lance, quando o chute à queima roupa de Stader pegou no braço de Ignacio, que fazia o movimento de recuo. Mesmo assim, após longa demora no VAR, o juiz foi convencido de dar o penal, convertido por Arce, que levou a disputa para a marca da cal.

Agora o Fluminense aguarda o vencedor entre Platense-ARG e Coquimbo Unido-CHI, que atuam na quarta-feira, no Chile. Na ida, na Argentina, a dupla ficou no empate por 1 a 1. O time vira a chave para o Campeonato Brasileiro, onde volta a atuar no sábado, às 16h, contra o Remo, no Maracanã.

Agora sob o comando de Marcão, o Fluminense adotou outra postura tática em campo. No começo, soube sofrer com a pressão argentina, que subiu as linhas e buscou forçar o erro na defesa carioca. Depois de contornar a situação, conseguiu ter mais a posse da bola, trocou passes e foi tentando desenvolver seu jogo entre o meio de campo e a intermediária da defesa do Rivadavia.

Apesar do volume e do domínio, o Fluminense não conseguia furar a retranca adversária. A bola parada passou a ser a válvula de escape e foi onde criou sua melhor chance, em cabeceio de Thiago Silva, rente ao travessão. Na reta final, o Rivadavia voltou a pressionar. Equilibrando a partida, criou uma blitz, tentou algumas finalizações, porém nenhuma precisou da intervenção de Fábio.

O panorama se manteve na volta do intervalo. O Fluminense tinha o controle da posse de bola, mas aos 10 minutos, viu Canobbio receber o segundo amarelo e ser expulso. O lance desestabilizou o time carioca, que depois ainda teve Hulk e Soteldo advertidos por reclamação. Com um a mais, o Rivadavia foi convidado novamente a subir suas linhas e pressionar na saída de bola.

Vendo isso, Marcão oxigenou o meio campo e Serna, que tinha acabado de entrar, abriu o placar. Saindo nas costas da defesa, aproveitou belo lançamento de Hércules para bater na saída do goleiro, aos 29 minutos. Após o gol, o Fluminense se fechou, mas nos acréscimos viu o árbitro inventar um pênalti após longa demora no VAR. Studer finalizou à queima roupa enquanto Ignacio recolhia o braço. Arce converteu e deixou tudo igual.

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