Jeff Bezos no Liverpool: futebol se consolida como plataforma global de entretenimento
Em campo, a Premier League é a liga que mais teve gastos na janela de contratações nesta atual temporada, com 2,3 bilhões de euros, bem a frente de seus concorrentes, como Itália (815,6 milhões de euros), Alemanha (555 milhões de euros), Espanha (543,1 milhões de euros) e França (382,8 milhões de euros), de acordo com dados do Transfermarkt.
Fora das quatro linhas, dois clubes tradicionais do país vivem dias de intensa movimentação.
Na sexta-feira, 14, o Liverpool anunciou oficialmente a aquisição de uma participação de investimento no clube por parte de Jeff Bezos , fundador e presidente da Amazon.
O bilionário norte-americano se juntará a Umit Bhatia , ex-presidente-executivo do Queens Park Rangers, sob o guarda-chuva da aliança 1892 Holdings.
A nova aliança, que reúne, ao lado de Bezos, o bilionário Eduardo Saverin , cofundador da rede Facebook, comprará um terço das ações do clube inglês.
Já o Leicester City foi oficialmente colocado à venda por seus proprietários tailandeses, o grupo King Power.
Após contratar o Citigroup para buscar compradores, o clube tenta estancar uma forte crise financeira e esportiva.
Dez anos após o lendário título da Premier League em 2016, as raposas amargam um prejuízo de 71,1 milhões de libras e o rebaixamento para a League One (a terceira divisão inglesa).
De acordo com o The Athletic , os donos pedem 222 milhões de libras.
O valor pedido pelos proprietários está muito acima do que se pagou por clubes do mesmo patamar.
Em 2021, o Ipswich Town foi negociado por 40 milhões de libras enquanto disputava a League One, a terceira divisão da Inglaterra. (Agora a coluna GENTE também está no Instagram.
Siga o perfil @veja.gente ) Clubes vendidos Continua após a publicidade Na Inglaterra, praticamente todos os grandes clubes do futebol inglês já foram vendidos e operam hoje sob o modelo de corporações controladas por capital estrangeiro, fundos de investimento bilionários ou consórcios multinacionais.
“A nova corrida do futebol inglês deixa claro uma mudança de patamar.
O grande capital migrou da compra de jogadores para a compra de participações nos clubes.
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