Promotor explica inquérito de intervenção no Corinthians e diz: "Sabemos da aflição da torcida"
Torcedores do Corinthians protestam no MP e pedem intervenção judicial Os promotores Luiz Ambra Neto e André Pascoal, do Ministério Público de São Paulo, explicaram que o inquérito sobre intervenção judicial no Corinthians está no início e opinaram que a manifestação de torcedores desta quarta-feira reforça a legitimidade sobre a investigação, embora não tenha influência técnico sobre o andamento da apuração. — É um termômetro muito interessante para avaliarmos o impacto que isso causa na sociedade e na torcida corintiana.
Principalmente, para frisar a nossa legitimidade, para demonstrar que nós podemos fazer essa investigação e mostrar que isso interessa um número gigantesco de pessoas — disse Luiz em entrevista coletiva na sede do MP. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp — Para efeito prático, não interferiu na nossa investigação.
A transparência é importante em um caso como esse.
Sabemos de toda a aflição da torcida com essa situação que está acontecendo — declarou André.
Torcida canta hino do Corinthians em protesto por intervenção judicial no MP Eles explicaram que a investigação ainda está no início, porque ficou paralisada sob análise do Conselho Superior do Ministério Público.
Embora o inquérito tenha sido aberto em dezembro de 2025, só em maio que os promotores tiveram autorização para começar a investigação.
O ge mostrou, depois do depoimento do presidente Osmar Stabile aos promotores, que o MP estima que a investigação deve durar pelo menos mais dois meses. — Não é possível, no presente momento, reportar o que temos de apuração.
Se já tivesse concluído, certamente iríamos nos manifestar, seja para um lado, seja para outro.
Não podemos fazer esse juízo de valor, nem divulgar o que temos de informações — comentou Luiz.
André Pascoal e Luiz Ambra Neto, promotores do Ministério Público, em entrevista coletiva Vitor Chicarolli Ele alegou que a atuação do MP não será pautada pelo prazo para realização de eleições no Corinthians, previstas para o fim deste ano. — Não há qualquer possibilidade de fazermos juízo de valor em relação a esta situação.
Nossa atuação não tem caráter político, vamos ter uma atuação absolutamente técnica.
Se, eventualmente, essa apuração, que é complexa, for concluída antes é possível.
Caso entendamos que é caso de uma ação judicial para uma intervenção judicial pode, sim, ser antes.
Não há nem a certeza de que haverá essa ação, isso depende de toda a nossa apuração.
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